Negócios Sustentáveis

José Eli da Veiga lança livro trazendo reflexões acerca do desenvolvimento com baixas emissões de carbono

Na semana passada participamos do lançamento do novo livro do professor José Eli da Veiga: Mundo em Transe – do aquecimento global ao ecodesenvolvimento. Em sua apresentação, o autor tratou de uma das questões centrais do livro: o desenvolvimento perante o atual cenário de mudanças climáticas e a necessidade de transição para uma economia de baixa emissão de carbono. Levantou alguns aspectos dessa transição, como as seguranças energética e alimentar e o acesso à tecnologia.

Direitos humanos: diretrizes associadas aos negócios é tema de evento

Participamos ontem do evento “Unindo forças para proteger nossas crianças”, que teve por objetivo motivar as instituições financeiras e as empresas a promover os direitos humanos das crianças e adolescentes por meio da adoção de soluções para combater a exploração e a pornografia na internet e romper a economia desse mercado.

Mudanças climáticas: mercado brasileiro ganha índice de ações inédito

O BNDES e a BM&F BOVESPA anunciaram hoje que irão criar o Índice Carbono Eficiente – ICO2 para estimular as companhias com ações negociadas em bolsa a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa – GEE. O novo índice objetiva incentivar as empresas a mensurar e gerir suas emissões de GEE, dar maior transparência a respeito das emissões desses gases pelas companhias abertas e criar oportunidades para os investidores com foco no investimento socioambiental responsável.

O futuro dos relatórios de sustentabilidade é alvo de estudo

Participamos hoje do evento de lançamento do estudo que aponta tendências na elaboração de relatórios de sustentabilidade. Esse estudo, elaborado pela Ideia Sustentável, é resultado de uma pesquisa realizada com os responsáveis pela gestão dos relatórios de sustentabilidade de 50 empresas líderes com atuação no Brasil.

Expo Management 2009 tem início na próxima semana

De 30/11 a 2/12 acontece em São Paulo a ExpoManagement 2009, evento referência da comunidade executiva que une o melhor do pensamento do management mundial às melhores práticas do mercado brasileiro.

Mudanças climáticas: fórum discute riscos e oportunidades

Participamos do Fórum Exame – Sustentabilidade no dia 11/11, cujo tema foi Copenhague: Desafios e Oportunidades. O primeiro bloco debateu “como lidar com o aquecimento global e seus impactos”. Os debatedores Xico Graziano, secretário do Meio Ambiente do Estado de S.Paulo, e Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos, destacaram a necessidade de mudanças, passando a economia mundial a ser regida pelo paradigma ambiental. Caso contrário, segundo Young, haverá um colapso da humanidade.

Seminário da FIEMG discute sustentabilidade e inovação

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG realizou em outubro o 7o. Seminário Aberto de Responsabilidade Social Empresarial. Essa edição do evento teve como eixo temático "Sustentabilidade, Governança e Inovação para um Novo Mercado", objetivando demonstrar como a sustentabilidade pode se transformar em alternativa inovadora, capaz de renovar a economia, preservar o meio ambiente e evitar o aprofundamento das dificuldades sociais.

Livro apresenta casos práticos de sustentabilidade: o lado bom e as dificuldades

Na semana passada participamos do lançamento do novo livro de Fernando Almeida “Experiências Empresariais em Sustentabilidade – avanços, dificuldades e motivações de gestores de empresas”. Neste seu mais novo livro o autor visou a apresentar cases de 14 grandes empresas instaladas no Brasil que optaram por adotar práticas de sustentabilidade nos negócios.

Lester Brown oferece um mapa para salvar a civilização

Participamos na semana passada do lançamento da versão em português do livro “Plano B 4.0 – mobilização para salvar a civilização”, de Lester Brown, fundador do Earth Policy Institute. Em sua palestra, o professor Brown traçou um panorama das consequências das mudanças climáticas,

Curso sobre sustentabilidade no setor financeiro

CURSO "SUSTENTABILIDADE NOS NEGÓCIOS DO SETOR FINANCEIRO: AVALIANDO RISCOS E OPORTUNIDADES"

Dia: 10 de novembro de 2009, das 8h30 às 18h

Objetivo:
O curso irá focar nas práticas e ferramentas que auxiliam no desenvolvimento de negócios com responsabilidade socioambiental, qualificando os participantes a adquirir referências que contribuam para a inserção da agenda da sustentabilidade nas instituições financeiras.

Curso sobre sustentabilidade voltado aos negócios

Estão abertas as inscrições para a próxima turma do curso Sustentabilidade: conceitos e aplicação nos negócios

Dia: 20 de outubro de 2009, das 8h30 às 18h

Objetivo: O curso irá focar nas práticas e ferramentas que auxiliam no desenvolvimento de negócios com responsabilidade socioambiental, qualificando os participantes a adquirir referências que contribuam para a inserção da agenda da sustentabilidade nas empresas.

Competitividade do Brasil numa economia de baixo carbono

Participamos nesta semana da série Diálogos Itaú de Sustentabilidade, cujo tema foi “Mudanças climáticas: competitividade do Brasil numa economia de baixo carbono”. Simon Zadek, da AccountAbility, fez uma introdução contrapondo crescimento econômico ao cenário das mudanças climáticas – o qual demanda urgência de ação.

Mudanças climáticas: IFC lançará índice de ações para mercados emergentes

A International Finance Corporation (IFC) e a Standard & Poor's devem lançar em novembro um índice de ações de empresas com um bom desempenho quanto à emissão de carbono de suas operações. A carteira de ações, que poderá reunir mais de 500 empresas de mercados emergentes, será definida com base na eficiência individual de cada empresa em relação aos seus concorrentes regionais e setoriais.

Investidores internacionais divulgam declaração sobre mudanças climáticas

Essa semana, instituições financeiras internacionais divulgaram um documento alertando sobre a necessidade de se alcançar um acordo global sobre o clima, como condição para garantir os recursos financeiros necessários à migração para uma economia de baixa emissão de carbono.

Evento coloca em discussão os desafios para o mercado de carbono e as mudanças do clima

Participamos hoje do III Seminário Crédito de Carbono e Mudanças Climáticas promovido pelo Jornal Valor Econômico, cujo tema foi Propostas e Desafios para a Sustentabilidade Ambiental. Na fala de praticamente todos os palestrantes lembrou-se da Conferência de Copenhague, que ocorrerá em dezembro, e do desafio dos países em estabelecer metas mundiais de redução de emissões.

Mudança climática impõe redefinição de metas econômicas

Participamos da palestra do cientista político Sérgio Abranches, que foi promovida pelo Núcleo de Economia Socioambiental da FEA/USP. Abranches afirmou que a mudança climática é o desafio do século 21. A questão, que é planetária e de muito longo prazo, desafia o nosso senso comum e nossas instituições políticas.

Evento destaca soluções sustentáveis em edificações

Participamos do Encontro Regional Grupohotel (Grupo dos Profissionais Executivos do Mercado Hoteleiro), cujo tema foi “construção sustentável e desempenho ambiental de edificações e espaços”. O evento consistiu de um ciclo de palestras no qual foram apresentadas ferramentas e linhas de trabalho no sentido de tornar construções e edificações mais sustentáveis na sua concepção, construção e operação.

Cadeia produtiva da carne: BNDES anuncia diretrizes socioambientais

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de anunciar novas diretrizes socioambientais que serão utilizadas pelo banco para concessão de financiamento e para participação acionária em empresas do setor da pecuária bovina.

Acompanhe a repercussão do lançamento do nosso mais novo livro

Lançado em dezembro de 2008, nosso livro Sustentabilidade no Setor Financeiro: gerando valor e novos negócios foi matéria nas seguintes mídias:

Entrevista na Rádio CBN Campinas, programa Espaço CBN Cultura, em 11/07/2009: acompanhe o áudio aqui.

Assista a entrevista na Rádio CBN, programa Mundo Corporativo, em 15/02/2009:

Conversa com Fabio Barbosa, presidente do grupo Santander Brasil, publicada no blog do Espaço Real de Práticas em Sustentabilidade, em 14/01/2009: leia aqui trecho da conversa.

Resenha do livro no caderno Eu & Investimentos do jornal Valor Econômico, em 08/01/2009: leia o texto aqui.

Entrevista na Rádio Cultura, programa Atenção Brasil, em 23/12/2008: acompanhe o áudio aqui.

Post no blog do jornalista Sidney Rezende, em 22/12/2008: leia o post aqui.

Entrevista na Rádio Jovem Pan AM, programa Rádio ao Vivo, em 16/12/2008: acompanhe o áudio aqui.

Nota na Revista Planeta, edição de fevereiro de 2009:

Meio ambiente e agronegócio: evento discute a imagem do Brasil no exterior

Participamos na semana passada da série Diálogos Itaú de Sustentabilidade, cujo tema foi “a imagem do Brasil no exterior”. Foram escolhidos dois setores-chave para a economia do país como exemplo para discutir o seu posicionamento internacional: a cadeia produtiva da soja e o setor sucroenergético. Silio Boccanera, correspondente da imprensa brasileira no exterior, fez uma introdução falando sobre a melhora que houve na imagem do país após o fim da ditadura.

Investidores lançam iniciativa para combater o desmatamento

No dia 15 de junho, doze investidores institucionais, com o apoio do governo britânico, lançaram a iniciativa Forest Footprint Disclosure Project (FFDP). Seguindo a linha do Carbon Disclosure Project (CDP), o qual integra o seu comitê de direção, o FFDP enviará um questionário a uma série de empresas tratando do uso de commodities agrícolas provenientes de áreas desmatadas por elas e pelos seus fornecedores.

Critérios para seleção de empresas do ISE são revistos

Participamos nessa semana também da audiência pública do processo anual de revisão do questionário do Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa (ISE). Este índice tem por objetivo refletir o retorno de uma carteira de ações de empresas com reconhecido comprometimento com a sustentabilidade empresarial e também atuar como promotor das boas práticas.

Evento da GRI aborda tendências nos relatórios de sustentabilidade

Participamos nesta semana da reunião dos stakeholders organizacionais brasileiros da Global Reporting Initiative – GRI, organização internacional dedicada ao desenvolvimento de diretrizes para a elaboração de relatórios de sustentabilidade pelas empresas.

Triodos ganha o prêmio de banco sustentável do ano

O banco Triodos acaba de ganhar o prestigiado prêmio de banco sustentável do ano concedido pela International Finance Corporation – IFC e o jornal Financial Times – FT. É a primeira vez que uma instituição financeira, que já nasceu com a estratégia de sustentabilidade nos negócios, ganha esse prêmio. Para nós, coordenadores deste blog, é motivo de satisfação recebermos esta notícia de premiação do banco Triodos. Foi justamente por entendermos que o modelo do Triodos pudesse servir de inspiração para o setor financeiro, que escrevemos o livro “Sustentabilidade dos Negócios no Setor Financeiro: Um caso prático”, lançado em março de 2008, onde apresentamos justamente o caso de sucesso do Triodos. Com crescimento médio anual de 20% nos últimos 10 anos, 25% em 2008, e ativos de 3,7 bilhões de euros, o banco Triodos demonstra que seu modelo de negócio, radicalmente diferente, funciona, não é um nicho de mercado, nem uma butique ou um modelo para o futuro, segundo afirmaram os representantes da IFC e do FT membros da comissão julgadora do prêmio. Em meio à crise econômico-financeira eles destacaram a relevância de premiar o banco Triodos, afirmando que “este é o ano para demonstrar que precisamos de um novo modelo de negócio.” Peter Blom, presidente do Triodos, afirmou: “nós desejamos contribuir para a construção de um sistema financeiro sustentável e pensamos que o nosso modelo de banco irá inspirar profundas mudanças no setor financeiro.” Fundado em 1980 na Holanda, o banco Triodos lançou nesse país os primeiros fundos com caráter “ambiental” e “cultural”. O banco possui 200 mil clientes e investe em mais de 9,5 mil projetos ao redor do mundo com objetivo de ampliar o mercado de serviços financeiros sustentáveis. Saiba mais sobre o livro “Sustentabilidade dos Negócios no Setor Financeiro: Um caso prático”

Evento com Peter Senge discute a sustentabilidade no contexto das mudanças climáticas

Participamos nesta semana do evento promovido pelo Grupo Santander Brasil – Encontro de Sustentabilidade com Peter Senge – cientista do MIT e autor do livro “A quinta disciplina”. Em sua fala Senge destacou a perda de significado do termo “sustentabilidade”, devido à banalização de seu uso. Fez uma ampla apresentação sobre mudanças climáticas, traçando o panorama atual, suas possibilidades e alternativas, enfatizando a urgência da necessidade de alteração nos padrões de consumo e na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Além disso, apontou a retirada de GEEs da atmosfera como ponto fundamental para uma política efetiva contra mudanças climáticas e colocou a liderança – não com relação a postos de comando, mas no sentido das pessoas se tornarem proativas frente à questão ambiental – como ferramenta-chave para uma efetiva mudança global. Peter Senge exibiu o vídeo “The girl effect”, produzido pela Nike Foundation, e a partir dele abriu um diálogo com o público, colocando pontos de reflexão acerca do modo como vivemos. Apresentou também casos práticos do relacionamento entre grandes empresas e organizações de proteção ambiental. Nesse sentido, Senge colocou três pontos importantes para a construção de negócios e comunidades sustentáveis: - O uso da criatividade ao invés de somente reagir para a solução de problemas; - A colaboração através de fronteiras, para que o movimento seja global e dele participem entidades e organizações de todos os setores; - A visão sistêmica, que é a percepção dos problemas como sintomas, interfaces de um grande sistema onde todos os seus componentes se relacionam e influenciam uns aos outros. Por fim, ele se posicionou em relação ao conceito de sustentabilidade, colocando uma visão da qual compartilhamos: “sustentabilidade é a preocupação ambiental com uma nova embalagem", a não ser que seja incluído o bem-estar social nas estratégias empresariais." (Gabriela Amorozo colaborou neste post)

Evento da Febraban discute sustentabilidade no setor financeiro

Participamos ontem do Café com Sustentabilidade, evento organizado pela Febraban para promover a reflexão e disseminar o conceito de sustentabilidade no âmbito do setor financeiro. A 13ª. edição do evento abordou a adesão das instituições financeiras a pactos e acordos voluntários, que estabelecem diretrizes socioambientais aplicadas aos negócios.

Normas AA1000: empresas ressaltam a relevância do diálogo com stakeholders

Participamos na semana passada do evento de lançamento pela Accountability da versão em português das normas AA1000 Assurance Standard e AA1000 Accountability Standard Principles, respectivamente, AA1000AS e AA1000ASP, onde foi discutida a importância estratégica do engajamento das empresas com seus públicos de interesse (stakeholders). A norma AA1000AS foi desenvolvida para garantir a credibilidade e a qualidade do desempenho em sustentabilidade e da elaboração de relatórios de sustentabilidade pelas empresas. Por meio da utilização dessa norma, as entidades que realizam o trabalho de verificação dos relatórios de sustentabilidade podem assegurar se são críveis as informações prestadas pelas empresas aos seus stakeholders, tais como sobre as emissões de gases do efeito estufa e a gestão do sistema ambiental. A norma AA1000ASP complementa a norma AA1000AS, ao trazer três princípios que devem ser considerados no processo de engajamento das empresas com seus públicos de interesse: o Princípio Fundamental da Inclusão - relacionado à participação dos stakeholders no desenvolvimento da estratégia de sustentabilidade da empresa; o Princípio da Relevância - determinação do que é importante, ou material, para os públicos de interesse e para a empresa; e o Princípio da Capacidade de Resposta - como a empresa comunica o que é feito e o que ela faz em resposta às preocupações dos seus públicos de interesse em relação à sustentabilidade. Daniel Waistell da AccountAbility afirmou que as normas AA1000, “são uma ferramenta de gestão, e não a resposta para o diálogo com os stakeholders”. Sobre isso, os representantes das empresas presentes ao evento apontam o aumento da credibilidade e a facilitação do diálogo com seus públicos de interesse como benefícios da aplicação dessas normas. O engajamento com públicos de interesse não é um processo de diálogo comum e, como apontou Ricardo Young do Instituto Ethos, “empresas que praticam o engajamento com stakeholders não são necessariamente sustentáveis.” Ainda segundo ele, “há necessidade das empresas desenvolverem diálogos de confiança com seus públicos de interesse, por meio de processo humilde e cooperativo – ao invés da arrogância e competitividade, ainda comuns no ambiente empresarial.” Marcos Vaz, da Natura, disse ser necessário que as empresas estejam preparadas para “perguntar aos seus stakeholders e ouvir suas respostas – não necessariamente aquelas que gostariam”. Um ponto comum entre os painelistas do evento foi de que o engajamento com stakeholders trata-se de um processo de mudança cultural, que deve ser continuamente internalizado nas empresas. As normas AA1000 – revisadas em 2008 e agora disponíveis em português – apresentam-se, portanto, como ferramentas de gestão para esse processo de diálogo das empresas com seus stakeholders. Concordamos com o ponto comum dos painelistas de que esse processo envolve uma mudança cultural por parte das empresas e que deve ser transparente e genuíno onde, segundo Sonia Favaretto do Itaú Unibanco, “é preciso saber que valor agrega e que valor se tira desse processo.” (Gabriela Amorozo colaborou neste post) A Accountability é uma organização que trabalha com empresas, governos e entidades da sociedade civil para desenvolver práticas empresariais responsáveis. Saiba mais sobre a Accountability e as Normas AA1000 aqui.

Evento discute sustentabilidade na área de TI

Participamos na semana passada da série “Diálogos Itaú de Sustentabilidade”, cujo tema foi Tecnologia da Informação (TI) “verde”. Aerton Paiva, da Apel Consultoria, fez uma introdução sobre sustentabilidade nos negócios e a necessidade de sua aplicação ao mercado de TI – não somente no hardware como também no software. Como pontos fundamentais, destacou a necessidade, em caráter de urgência, da definição de critérios e metas de desempenho ambiental e seu respectivo monitoramento, aspecto esse que considera imprescindível para o avanço de sistemas de informação mais sustentáveis. Em seguida, foram apresentados dois casos: da IBM e da Itautec. Ganhos de eficiência no consumo de energia é a principal linha de ação em comum entre ambas as empresas no sentido de reduzir a pegada ecológica de suas atividades. A Itautec apresentou suas iniciativas relacionadas ao descarte e reciclagem pós consumo e a fabricação de produtos livre de metais pesados. Com relação à eliminação de insumos tóxicos, a empresa informou que está utilizando as normais internacionais RoHS (Restriction on Hazardous Substances) e Lead Free (ausência de chumbo), bem como a norma Weee (Waste Electrical and Electronic Equipment) para a reciclagem de produtos ao fim de sua vida útil. Buscando reduzir o consumo de recursos naturais e prepararem-se para uma economia que caminha na direção da baixa emissão de carbono, as empresas deveriam reforçar suas diretrizes de sustentabilidade em toda a cadeia da infraestrutura de TI. (Gabriela Amorozo colaborou neste post)

Itaú Unibanco reforça estratégia de sustentabilidade

Participamos ontem da apresentação da estrutura da nova Governança de Sustentabilidade do Itaú Unibanco e da sua recém-consolidada Política de Sustentabilidade. Nesse evento foi divulgado também o Relatório Anual de Sustentabilidade 2008, já unificando os dois bancos.

Banco Real lança curso on-line para difundir práticas de sustentabilidade

O Banco Real acaba de lançar o primeiro capítulo de um curso sobre sustentabilidade on-line. Utilizando uma linguagem objetiva e dinâmica, o curso, que integra o Espaço Banco Real de Práticas em Sustentabilidade, visa a difundir práticas de sustentabilidade entre as pessoas e as empresas. Cada capítulo do curso aborda o seguinte: Capítulo 1 - Jeitos de ver o mundo: apresenta um dia na rotina de um personagem (Roberto) por meio da ótica social, ambiental e econômica, mostrando a integração dessas três dimensões da sustentabilidade. Será lançado amanhã dia 22/04. Capítulo 2 - A sustentabilidade: apresenta o conceito de sustentabilidade e suas principais implicações no dia-a-dia, nos negócios e no mundo. Lançamento previsto para maio. Capítulo 3 - Já estamos reinventando: mostra como esse novo olhar está influenciando novos comportamentos e abrindo oportunidades para indivíduos, sociedades e negócios. Lançamento previsto para junho. Ao lançar esse mais novo curso, o Banco Real contribui para disseminar o tema e compartilhar com a sociedade sua experiência em sustentabilidade. Vale a pena conferir o curso! Clique aqui.

Sustentabilidade do setor logístico é debatida em seminário

Participamos na semana passada do 6º Seminário Internacional em Logística Agroindustrial realizado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – ESALQ, em Piracicaba, cujo tema este ano foi “Logística x Meio Ambiente”. Nossa palestra no painel Sustentabilidade Logística abordou o impacto das mudanças climáticas no ambiente de negócios e quais iniciativas as empresas do setor de logística estão implantando para gerenciar riscos socioambientais. Dentre outras iniciativas de sustentabilidade que apresentamos, merece destaque a estratégia de mudanças climáticas utilizada pela empresa espanhola Abertis, integrante do Dow Jones Sustainability Index, que além de medidas visando a redução do uso de recursos naturais, apresenta uma extensa lista de medidas para mitigar sua contribuição para as mudanças climáticas (Corporate Social Responsability Report 2008). Esse painel contou ainda com a participação de dois palestrantes internacionais, que trouxeram a experiência de iniciativas de sustentabilidade na cadeia de fornecedores na Europa. Os diferentes pontos de vista apresentados ao longo do seminário foram fundamentais para tornar o evento bastante interessante ao público presente. Saiba mais sobre o evento e faça o download das palestras Leia sobre a estratégia de mudanças climáticas da empresa Abertis

Bancos privados adotam o Protocolo Verde

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que congrega os bancos privados do país, assinou ontem o Protocolo Verde. O documento, que já tem a adesão dos bancos públicos BNDES, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste do Brasil, é um compromisso de conceder financiamento apenas a empresas ou projetos que se comprometam com a questão da sustentabilidade. Consideramos a adesão dos bancos privados ao Protocolo Verde uma iniciativa importante para que as variáveis social e ambiental passem a integrar a estratégia de negócios de um número cada vez maior de bancos. O presidente da Febraban Fabio Barbosa, ressaltou que a assinatura do Protocolo é mais um sinal de que o movimento de sustentabilidade está em franca expansão no setor. Os primeiros bancos privados que aderiram ao protocolo são: Bradesco, Cacique, Citi, HSBC, Itaú Unibanco, Safra e Santander Brasil – Real. Leio o Protocolo Verde Outros posts sobre Protocolo Verde

EUA: seguradoras deverão informar sobre o impacto das mudanças climáticas

Recentemente, a National Association of Insurance Commissioners – NAIC, órgão regulador do setor segurador dos Estados Unidos, tornou obrigatória a divulgação pública de informações pelas companhias seguradoras sobre os riscos financeiros decorrentes das mudanças climáticas em seus negócios e que medidas estão adotando para enfrentá-los. Esta decisão foi uma vitória para a rede Ceres de investidores e organizações ambientalistas, que há cerca de 2 anos vinha propondo às seguradoras maior transparência de informações a respeito desses riscos Para cumprir essa nova exigência da NAIC, as seguradoras terão que avaliar o risco climático de seus clientes. Elas também deverão divulgar como estão adaptando sua gestão de risco à luz dos desafios das mudanças do clima e que medidas estão adotando para orientar os formuladores de políticas públicas e seus clientes sobre os riscos das mudanças climáticas. A rede Ceres espera que a nova regulamentação da NAIC, incentive a Securities and Exchange Commission – SEC, comissão de valores mobiliários dos EUA, a adotar medida semelhante para todas as empresas com ações negociadas em bolsas de valores. Em um documento que lançou em 2008, a NAIC advertia que as mudanças climáticas representam um “desafio sem precedentes para as seguradoras”. Seria hora do órgão regulador do setor de seguros e das companhias seguradoras brasileiros dedicarem mais atenção à questão das mudanças do clima no ambiente de negócios, não somente com relação aos riscos, mas principalmente quanto a novas oportunidades de negócios. Algumas seguradoras americanas já estão oferecendo novos produtos visando reduzir seus riscos e ajudar a combater as mudanças do clima. Esses produtos incluem diretrizes para edificações “verdes”, proteção contra secas em paises em desenvolvimento e incentivos para investimento em energias renováveis. Leia aqui o press release da rede Ceres

Em meio à crise, banco Standard Chartered reforça estratégia em sustentabilidade

Em meio à turbulência resultante da crise financeira, o banco Standard Chartered dá uma clara demonstração de que este é o momento para investir em sustentabilidade. O banco acaba de divulgar 13 diretrizes para lidar com as questões socioambientais no financiamento de setores com mais alto impacto. Estas diretrizes incluem, além de mudanças climáticas e trabalho infantil, os seguintes setores de atividades: florestas e óleo de palma, mineração e metalurgia, hidrelétricas, biocombustíveis, energia de combustíveis fósseis, transporte de materiais perigosos, fumo, petróleo e gás, jogos de azar, energia nuclear e desmanche de navios. Para a elaboração dessas diretrizes destacamos o fato do banco Standard Chartered ter consultado um grupo de stakeholders: ONGs, investidores focados em sustentabilidade e especialistas. A adoção destas diretrizes reforça a política de risco socioambiental do banco em vigor há 10 anos. O banco também é signatário dos Princípios do Equador e do Climate Principles. O objetivo do banco é o de também atuar de forma pró-ativa, contribuindo com o aprimoramento das práticas de gestão socioambiental de seus clientes. Mike Rees, presidente da área de atacado do Standard Chartered, afirmou: “Se um cliente não quer conversar sobre essas coisas, a questão para nós é se queremos trabalhar com esse tipo de cliente.” Simultaneamente ao lançamento das novas diretrizes, o banco anunciou que irá implantar um programa de treinamento de seus colaboradores sobre sustentabilidade no processo de decisão de crédito. Consideramos bastante oportuna a iniciativa do banco SC de reforçar sua estratégia de sustentabilidade nos negócios, inclusive pela adoção de diretriz específica para lidar com o impacto das mudanças climáticas. Desse modo, o banco se prepara para rever seu perfil de clientes à luz de uma economia que caminha na direção da baixa emissão de carbono. Conheça as novas diretrizes do banco Standard Chartered e suas outras práticas de sustentabilidade

Combate ao trabalho escravo recebe reforços

No dia 18 participamos do 2º. Seminário do Pacto Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo onde ocorreu o lançamento do Código de Conduta do Pacto Nacional. Dentre outras diretrizes previstas nesse código, destacamos as seguintes: - O Comitê de Monitoramento do Pacto será responsável pela circulação de informações entre os signatários, com o objetivo de auxiliar o setor empresarial a adotar e desenvolver políticas de promoção ao trabalho decente. - Os signatários devem informar sobre a criação e implantação de suas políticas em suas empresas e redes de parceiros comerciais. - Os signatários devem solicitar às empresas que realizam auditorias anuais que verifiquem o cumprimento do Pacto, sobretudo em relação à restrição comercial aos empregadores que utilizaram mão-de-obra escrava. Ocorreu também o lançamento de uma plataforma virtual que auxiliará no monitoramento das ações desenvolvidas pelos signatários do pacto. Esta plataforma servirá como uma ferramenta de consulta pública, acessível a empresas, governos e sociedade. Em apoio ao Pacto e ainda durante o Seminário, o LASFF (Fórum Latino Americano de Finanças Sustentáveis) conjuntamente com investidores brasileiros e internacionais divulgou uma carta reconhecendo a importância do monitoramento adequado do trabalho escravo nas empresas e suas cadeias produtivas. Esse evento reforça a necessidade das empresas darem atenção à questão do trabalho escravo e, como afirmou o ministro da Secretaria Especial do Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, “as empresas são mais rentáveis quando possuem responsabilidade social”, acrescentando que “o trabalho escravo vulnerabiliza as vantagens comparativas do Brasil no comércio exterior”. Clique aqui para acessar o site do Pacto Nacional Clique aqui e leia o Código de Conduta do Pacto Nacional Veja a plataforma digital de monitoramento do Pacto Nacional Clique aqui e leia a carta de apoio do LASFF ao Pacto Nacional

Nasce banco com foco em sustentabilidade nos EUA

Em meio à crise no setor financeiro, acaba de ser criado nos EUA o e3bank, um banco que já nasce com a estratégia de sustentabilidade em seus negócios. O e3bank irá incentivar seus clientes a ter um modo de vida mais sustentável ao oferecer financiamentos “verdes” com taxas de juros reduzidas. O foco de atividades desse novo banco será o de financiar construções, desenvolvimento de tecnologias e produtos sustentáveis. O e3bank não terá agências e limitará ao mínimo a sua pegada ecológica, utilizando, sempre que possível, meios eletrônicos para realizar suas operações e se relacionar com os clientes. O foco de atuação do e3bank segue a mesma linha do Banco Triodos, fundado em 1980 na Europa, cujo case mostra que é viável conciliar as variáveis sociais e ambientais aos negócios do setor financeiro. Saiba mais sobre o Banco Triodos lendo o nosso livro Sustentabilidade dos Negócios no Setor Financeiro: Um caso prático, editora Annablume Saiba mais sobre o e3bank aqui

BNDES amplia abertura de informações sobre seus financiamentos

Em uma nova etapa do seu projeto de dar maior transparência às suas operações, o BNDES acaba de disponibilizar em seu site na Internet informações relativas aos contratos de financiamento assinados durante o ano de 2008. O banco já vinha disponibilizando a lista das 50 maiores operações contratadas por setor de atividade. Agora o banco passa a disponibilizar todas as operações contratadas nos últimos 12 meses por 4 segmentos: operações diretas com as empresas, indiretas (realizadas por meio de repasse de recursos a outros bancos), contratos com micro, pequenas e médias empresas e financiamentos a estados e municípios. As operações com empresas estão divididas por setor de atividades: indústria, infraestrutura, inclusão social, insumos básicos e comércio exterior, e incluem o nome da empresa, CNPJ, descrição do projeto, localização do empreendimento, data da contratação e valor do financiamento. Entendemos que essa iniciativa do BNDES é um passo importante no sentido de dar maior abertura de informações ao público sobre suas atividades. Esperamos que a próxima etapa inclua informações sobre os potenciais impactos socioambientais dos empreendimentos e as exigências do banco para mitigá-los, como é prática da International Finance Corporation – IFC. Acesse aqui a nova página do BNDES sobre projetos financiados Acesse aqui a página da IFC sobre projetos financiados

Setor financeiro e sustentabilidade ganham destaque na pauta do Fórum Social Mundial

Em plena crise econômica global, inicialmente desencadeada pela quebra de instituições financeiras nos Estados Unidos, a discussão sobre o papel dos bancos na promoção do desenvolvimento sustentável não poderia ter ficado ausente da agenda do Fórum Social Mundial 2009, recentemente realizado em Belém do Pará. Três eventos sobre este tema tiveram lugar no fórum, com destaque para o Seminário “Sustentabilidade, Banco Central e Sistema Financeiro”, promovido pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central do Brasil – SINAL. Este evento teve por objetivo compor um quadro sobre a sustentabilidade no setor financeiro e refletir qual seria o papel do Banco Central diante dos enormes desafios impostos pela atual crise econômica e pelas questões socioambientais associadas às atividades do setor. Na nossa palestra nesse seminário apresentamos um panorama sobre como as instituições financeiras, nacionais e internacionais, lidam com a variável socioambiental em suas estratégias de negócios. Isto é um processo que vem ocorrendo tanto pela adoção de diretrizes para avaliar os riscos sociais e ambientais no processo de decisão de crédito e de investimento, como pelo lançamento de novos produtos financeiros destinados, por exemplo, a preparar seus clientes para uma economia que caminha para a baixa emissão de carbono. É nessa direção que o Banco Central exerceria papel fundamental: fomentar a criação de instrumentos financeiros de alcance global, tais como fundos de investimentos e linhas de crédito, destinados a atrair recursos de grandes investidores institucionais e do setor público que seriam canalizados no combate ao desmatamento e às mudanças do clima e a projetos no setor de energias renováveis. Desse modo, o Banco Central estaria atuando não somente para solucionar a crise econômica, como também contribuindo no combate ao aquecimento do planeta. Na mesma linha do seminário organizado pelo SINAL, ocorreu um outro evento, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, que abordou o papel do crédito na sustentabilidade da Amazônia. Ainda um terceiro painel, articulado por uma rede de organizações sociais, colocou em discussão o alcance socioambiental das atividades financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Estes três eventos são uma demonstração inequívoca de que a sociedade civil brasileira percebe o papel indutor que o setor financeiro exerce, sobretudo por meio do crédito, na promoção de negócios com mais sustentabilidade.

Debate aponta possível saída para a crise: economia de baixo carbono

O Instituto Ethos realizou hoje um debate sobre a crise econômica no Brasil. Os debatedores foram: José Eli da Veiga - professor da FEA-USP, John Welch - economista-global do Banco Itaú, Sérgio Besserman Vianna - professor da PUC-RJ e João Carlos Ferraz - diretor de planejamento do BNDES. O debate foi moderado pela jornalista Miriam Leitão da Globonews e da rádio CBN. Os debatedores foram unânimes em afirmar que a crise é profunda, com efeitos ainda não totalmente identificados e de longa recuperação. Os professores José Eli e Sérgio Besserman concordam que a crise não terá saída, a não ser que a economia caminhe para o chamado “baixo carbono” (drástica redução da emissão de gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento do planeta e pelas mudanças do clima). Eles afirmaram também que esgotou o tempo de pensar que a sustentabilidade ambiental é um anexo do desenvolvimento econômico. Acrescentaram ainda que a crise acaba servindo como um freio de “arrumação” da economia mundial, cuja matriz energética atual aquece o planeta de forma intolerável e as emissões de carbono não são precificadas. O prof. José Eli disse que enquanto emitir carbono não custar caro, nada irá acontecer para substituição dos combustíveis fósseis como principal fonte de energia do planeta. Ele acredita, porém, que cedo ou tarde essa substituição acontecerá. Nessa direção, o prof. Besserman sugere às empresas investirem em projetos de eficiência energética e descarbonização de suas atividades. É nesse mesmo sentido que acreditamos as instituições financeiras deveriam seguir: numa visão de mais longo prazo, rever suas estratégias à luz de uma economia que caminha na direção do baixo carbono em resposta aos impactos das mudanças do clima no ambiente de negócios.

Fórum Social Mundial promove seminário sobre sustentabilidade, Banco Central e o setor financeiro

De 27 de janeiro a 1o. de fevereiro acontecerá o Fórum Social Mundial (FSM) em Belém do Pará. O FSM é um espaço aberto de estímulo ao debate, reflexão, formulação de propostas, troca de experiências e articulação entre organizações pela construção de um outro mundo mais solidário, democrático e justo. Dentre as diversas atividades do fórum, será realizado o "Seminário: Sustentabilidade, Banco Central e Sistema Financeiro", onde iremos realizar uma apresentação sobre como os bancos estão incorporando práticas de sustentabilidade em suas estratégias de negócios e o papel do Banco Central como indutor das melhores práticas. Esse seminário, que ocorrerá no dia 30 de janeiro das 12 às 15 horas, contará com os seguintes palestrantes: Elvira Cruvinel - Banco Central do Brasil Maria de Fátima Tosini - Banco Central do Brasil Victorio Mattarozzi - consultoria Finanças Sustentáveis João Roberto Lopes Pinto - Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - IBASE Roland Widmer - ONG Amigos da Terra - projeto Eco-finanças Antonio Gustavo Matos do Vale - Banco Central do Brasil Saiba mais sobre o Fórum Social Mundial aqui.

BNDES cria área de meio ambiente

Em mais uma etapa na direção de reforçar seu comprometimento com a realização de negócios mais sustentáveis, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES anunciou a criação de sua área de meio ambiente. Recentemente o banco ratificara a nova versão do Protocolo Verde. O BNDES informou que a questão ambiental é uma de suas prioridades e que irá trabalhar conjuntamente com o governo federal no combate ao desmatamento e às mudanças climáticas. A nova área de meio ambiente será responsável, dentre outras atribuições, pela gestão do Fundo da Amazônia, pela execução do Programa de Conservação de Energia – Proesco e de um programa especial de preservação da Mata Atlântica que ainda deverá ser lançado. Por ser o maior financiador de projetos de infra-estrutura do país, ao criar a essa nova área, entendemos que o BNDES pode contribuir para que as empresas tomadoras de recursos incorporem melhores práticas socioambientais no desenvolvimento de seus projetos.