26 de agosto de 2010
Decisões de investimentos precisam considerar impactos das mudanças climáticas, afirma Azevedo
17 de março de 2010
Evento da bolsa discute o mercado voluntário de carbono
12 de março de 2010
Índice de sustentabilidade da Bolsa avaliará impacto das mudanças climáticas nas empresas
24 de fevereiro de 2010
Deutsche Bank e Nasdaq lançam índice de tecnologias limpas
12 de fevereiro de 2010
Uma empresa "verde" de sucesso se expande em terras brasileiras: TerraCycle
12 de novembro de 2009
Mudanças climáticas: fórum discute riscos e oportunidades
28 de outubro de 2009
Livro apresenta casos práticos de sustentabilidade: o lado bom e as dificuldades
27 de agosto de 2009
Mudanças climáticas: empresas assumem compromisso de reduzir emissões
10 de agosto de 2009
Evento destaca soluções sustentáveis em edificações
24 de julho de 2009
Cadeia produtiva da carne: BNDES anuncia diretrizes socioambientais
7 de maio de 2009
Evento discute sustentabilidade na área de TI
25 de março de 2009
9 de fevereiro de 2009
Setor financeiro e sustentabilidade ganham destaque na pauta do Fórum Social Mundial
22 de outubro de 2008
Argentina: seguro ambiental agora é obrigatório
19 de julho de 2008
Novo relatório aponta desafios para o setor florestal
15 de julho de 2008
Banco francês inova ao avaliar impacto socioambiental indireto de seus produtos
A metodologia foi desenvolvida para inicialmente ser usada em produtos de investimentos. Segundo o Caisse d’Epargne, até o final de 2008 ela deve ser adaptada para outros tipos de produtos e serviços financeiros, como seguros e empréstimos.
De acordo com a metodologia, disponível na internet para que outros bancos possam também utilizá-la, os produtos são classificados em uma escala de 1 a 5 de acordo com três categorias (ilustração abaixo): seu risco financeiro; seu grau de responsabilidade social e ambiental e sua emissão direta e indireta de gases do efeito estufa.

Acesse aqui a metodologia
4 de julho de 2008
Agência lança rating inédito para projetos de crédito de carbono
Vale a pena conferir o recém-lançado serviço de rating de projetos de redução das emissões de carbono. O rating é uma novidade da empresa Carbon Ratings Agency, que irá atribuir classificação semelhante ao conhecido rating de crédito (AAA, AA, A, etc). Com a criação desse novo rating a Carbon Ratings busca soluções para os problemas hoje existentes em projetos regulados pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL do Protocolo de Quioto e em projetos desenvolvidos fora desse mecanismo: geração efetiva da quantidade de créditos previstos. A Carbon Ratings irá também considerar os benefícios econômicos e sociais que os projetos trazem, ou não.
Os idealizadores do novo rating afirmam que os projetos aptos a obter créditos de carbono valem atualmente cerca de €8,5 bilhões e poderiam atingir o valor de €100 bilhões no ano de 2020, o que contribuiria com os esforços para redução de emissões de CO2. Os investidores que acessam esse mercado procuram projetos de qualidade, que minimizem o risco de desempenho. O novo serviço de rating vai justamente nessa direção: dar maior transparência ao mercado de créditos de carbono, ajudar os investidores a diferenciar os créditos ofertados, contribuindo para que esse mercado passe a funcionar como o de outros ativos.
Ao lançar o novo serviço, a Carbon Ratings avaliou uma amostra representativa de 25 projetos elaborados dentro do MDL, inclusive no Brasil, revelando em seu relatório que poucos atingiram a classificação AA e que muitos não estão atingindo as metas de volume de créditos projetadas. Apesar de os desempenhos variarem de país para país, os projetos de energias renováveis e eficiência energética são os que apresentam melhor desempenho e os de minas de carvão o maior risco.