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26 de agosto de 2010

Decisões de investimentos precisam considerar impactos das mudanças climáticas, afirma Azevedo

Em sua palestra de hoje “Mudanças Climáticas pós-Copenhague: um olhar sobre os desafios de 2010 em diante”, realizada na Federação Brasileira de Bancos – Febraban, Tasso Resende de Azevedo afirmou que as áreas de investimentos precisam levar em consideração

17 de março de 2010

Evento da bolsa discute o mercado voluntário de carbono

Participamos do seminário “Mercado de Carbono Voluntário – novo ambiente de negócios para as empresas brasileiras” realizado na BM&FBOVESPA. O evento contou com palestrantes de empresas especializadas que atuam nesse mercado.

12 de março de 2010

Índice de sustentabilidade da Bolsa avaliará impacto das mudanças climáticas nas empresas

Participamos do I Workshop do Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE, realizado pela BM&FBovespa e FGV-GVces. Nesse evento, que dá a largada ao processo de 2010 do ISE, foi anunciado que o questionário de avaliação das empresas passará a ter uma nova dimensão, a de mudanças climáticas.

24 de fevereiro de 2010

Deutsche Bank e Nasdaq lançam índice de tecnologias limpas

O DB Climate Change Advisors (DBCCA) – braço de investimentos e pesquisas sobre mudanças climáticas do Deutsche Bank – e a Nasdaq OMX anunciaram o lançamento do DB Nasdaq OMX Clean Tech Index. A colaboração veio combinar o expertise de cada um para fornecer um índice benchmark para a indústria de investimentos.

12 de fevereiro de 2010

Uma empresa "verde" de sucesso se expande em terras brasileiras: TerraCycle

A TerraCycle é uma empresa americana que cria produtos ”verdes” a partir de vários tipos de materiais considerados não recicláveis. Para tanto, possui parcerias exclusivas com empresas como Kraft Food, Frito Lay, Stonyfield Farm, Mars Wrigleey e muitas outras. Apresenta mais de 50 produtos disponíveis, como bolsas, mochilas, guarda-chuvas, que estão à venda nas maiores redes varejistas norte-americanas como Walmart, The Home Depot e Whole Foods Market.

12 de novembro de 2009

Mudanças climáticas: fórum discute riscos e oportunidades

Participamos do Fórum Exame – Sustentabilidade no dia 11/11, cujo tema foi Copenhague: Desafios e Oportunidades. O primeiro bloco debateu “como lidar com o aquecimento global e seus impactos”. Os debatedores Xico Graziano, secretário do Meio Ambiente do Estado de S.Paulo, e Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos, destacaram a necessidade de mudanças, passando a economia mundial a ser regida pelo paradigma ambiental. Caso contrário, segundo Young, haverá um colapso da humanidade.

28 de outubro de 2009

Livro apresenta casos práticos de sustentabilidade: o lado bom e as dificuldades

Na semana passada participamos do lançamento do novo livro de Fernando Almeida “Experiências Empresariais em Sustentabilidade – avanços, dificuldades e motivações de gestores de empresas”. Neste seu mais novo livro o autor visou a apresentar cases de 14 grandes empresas instaladas no Brasil que optaram por adotar práticas de sustentabilidade nos negócios.

10 de agosto de 2009

Evento destaca soluções sustentáveis em edificações

Participamos do Encontro Regional Grupohotel (Grupo dos Profissionais Executivos do Mercado Hoteleiro), cujo tema foi “construção sustentável e desempenho ambiental de edificações e espaços”. O evento consistiu de um ciclo de palestras no qual foram apresentadas ferramentas e linhas de trabalho no sentido de tornar construções e edificações mais sustentáveis na sua concepção, construção e operação.

24 de julho de 2009

Cadeia produtiva da carne: BNDES anuncia diretrizes socioambientais

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de anunciar novas diretrizes socioambientais que serão utilizadas pelo banco para concessão de financiamento e para participação acionária em empresas do setor da pecuária bovina.

7 de maio de 2009

Evento discute sustentabilidade na área de TI

Participamos na semana passada da série “Diálogos Itaú de Sustentabilidade”, cujo tema foi Tecnologia da Informação (TI) “verde”. Aerton Paiva, da Apel Consultoria, fez uma introdução sobre sustentabilidade nos negócios e a necessidade de sua aplicação ao mercado de TI – não somente no hardware como também no software. Como pontos fundamentais, destacou a necessidade, em caráter de urgência, da definição de critérios e metas de desempenho ambiental e seu respectivo monitoramento, aspecto esse que considera imprescindível para o avanço de sistemas de informação mais sustentáveis. Em seguida, foram apresentados dois casos: da IBM e da Itautec. Ganhos de eficiência no consumo de energia é a principal linha de ação em comum entre ambas as empresas no sentido de reduzir a pegada ecológica de suas atividades. A Itautec apresentou suas iniciativas relacionadas ao descarte e reciclagem pós consumo e a fabricação de produtos livre de metais pesados. Com relação à eliminação de insumos tóxicos, a empresa informou que está utilizando as normais internacionais RoHS (Restriction on Hazardous Substances) e Lead Free (ausência de chumbo), bem como a norma Weee (Waste Electrical and Electronic Equipment) para a reciclagem de produtos ao fim de sua vida útil. Buscando reduzir o consumo de recursos naturais e prepararem-se para uma economia que caminha na direção da baixa emissão de carbono, as empresas deveriam reforçar suas diretrizes de sustentabilidade em toda a cadeia da infraestrutura de TI. (Gabriela Amorozo colaborou neste post)

9 de fevereiro de 2009

Setor financeiro e sustentabilidade ganham destaque na pauta do Fórum Social Mundial

Em plena crise econômica global, inicialmente desencadeada pela quebra de instituições financeiras nos Estados Unidos, a discussão sobre o papel dos bancos na promoção do desenvolvimento sustentável não poderia ter ficado ausente da agenda do Fórum Social Mundial 2009, recentemente realizado em Belém do Pará. Três eventos sobre este tema tiveram lugar no fórum, com destaque para o Seminário “Sustentabilidade, Banco Central e Sistema Financeiro”, promovido pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central do Brasil – SINAL. Este evento teve por objetivo compor um quadro sobre a sustentabilidade no setor financeiro e refletir qual seria o papel do Banco Central diante dos enormes desafios impostos pela atual crise econômica e pelas questões socioambientais associadas às atividades do setor. Na nossa palestra nesse seminário apresentamos um panorama sobre como as instituições financeiras, nacionais e internacionais, lidam com a variável socioambiental em suas estratégias de negócios. Isto é um processo que vem ocorrendo tanto pela adoção de diretrizes para avaliar os riscos sociais e ambientais no processo de decisão de crédito e de investimento, como pelo lançamento de novos produtos financeiros destinados, por exemplo, a preparar seus clientes para uma economia que caminha para a baixa emissão de carbono. É nessa direção que o Banco Central exerceria papel fundamental: fomentar a criação de instrumentos financeiros de alcance global, tais como fundos de investimentos e linhas de crédito, destinados a atrair recursos de grandes investidores institucionais e do setor público que seriam canalizados no combate ao desmatamento e às mudanças do clima e a projetos no setor de energias renováveis. Desse modo, o Banco Central estaria atuando não somente para solucionar a crise econômica, como também contribuindo no combate ao aquecimento do planeta. Na mesma linha do seminário organizado pelo SINAL, ocorreu um outro evento, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, que abordou o papel do crédito na sustentabilidade da Amazônia. Ainda um terceiro painel, articulado por uma rede de organizações sociais, colocou em discussão o alcance socioambiental das atividades financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Estes três eventos são uma demonstração inequívoca de que a sociedade civil brasileira percebe o papel indutor que o setor financeiro exerce, sobretudo por meio do crédito, na promoção de negócios com mais sustentabilidade.

22 de outubro de 2008

Argentina: seguro ambiental agora é obrigatório

A Argentina acaba de se tornar o primeiro país do mundo onde empresas que estão envolvidas com atividades de maior potencial de impacto ambiental agora têm que contratar obrigatoriamente um seguro ambiental. A lei ambiental argentina, de 2002, já previa o seguro ambiental. Contudo, somente no final de setembro foi concluída a sua regulamentação. Na nossa opinião o seguro ambiental pode ser um instrumento para evitar que o ônus da reparação do meio ambiente recaia somente ao poluidor e não seja transferido para a sociedade. No Congresso brasileiro há projetos de lei na direção da obrigatoriedade do seguro ambiental. Seria interessante que os congressistas e o mercado segurador examinassem o exemplo da lei argentina. Acesse aqui: Ley General del Ambiente, 2002 Regulamentações e mais informações sobre o seguro ambiental argentino

19 de julho de 2008

Novo relatório aponta desafios para o setor florestal

Relatório divulgado no início do mês pelo World Resources Institute – WRI afirma que a indústria de produtos florestais irá enfrentar grandes desafios e oportunidades nos próximos anos em função das mudanças climáticas. Segundo esse relatório, o maior desafio para produtores de madeira, papel e outros produtos florestais será adaptarem-se à possível imposição de limites para emissões de gases do efeito estufa. Além disso, as mudanças climáticas poderão afetar mais diretamente essa indústria, alterando a produtividade florestal em algumas regiões e forçando empresas a procurarem madeira em outras áreas. O relatório complementa que custos de financiamento e de energia também poderão reduzir ainda mais a margem de lucros do setor. Por outro lado, o WRI destaca que a importante participação das florestas no ciclo do carbono proporciona uma oportunidade única para a indústria florestal oferecer uma ampla gama de produtos sustentáveis como, por exemplo, materiais de baixa emissão de carbono para a construção civil e biomassa para geração de energia. A leitura desse mais novo relatório do WRI proporciona a empresas do setor, instituições financeiras e investidores a reflexão sobre como lidar com os mais relevantes riscos e oportunidades associados à indústria de produtos florestais a partir das mudanças do clima. Confira aqui o relatório.

15 de julho de 2008

Banco francês inova ao avaliar impacto socioambiental indireto de seus produtos

O banco francês Caisse d’Epargne acaba de anunciar uma iniciativa pioneira no campo da sustentabilidade. Desde o mês passado está usando divulgando uma classificação de seus produtos financeiros para que seus clientes possam ser informados quanto ao impacto socioambiental que esses produtos podem causar.

A metodologia foi desenvolvida para inicialmente ser usada em produtos de investimentos. Segundo o Caisse d’Epargne, até o final de 2008 ela deve ser adaptada para outros tipos de produtos e serviços financeiros, como seguros e empréstimos.

De acordo com a metodologia, disponível na internet para que outros bancos possam também utilizá-la, os produtos são classificados em uma escala de 1 a 5 de acordo com três categorias (ilustração abaixo): seu risco financeiro; seu grau de responsabilidade social e ambiental e sua emissão direta e indireta de gases do efeito estufa.


Consideramos essa iniciativa inovadora e muito importante por não somente oferecer maior transparência aos clientes, como também por contribuir para a conscientização dos impactos socioambientais ao se consumir produtos e serviços financeiros.

Acesse aqui a metodologia

4 de julho de 2008

Agência lança rating inédito para projetos de crédito de carbono

Vale a pena conferir o recém-lançado serviço de rating de projetos de redução das emissões de carbono. O rating é uma novidade da empresa Carbon Ratings Agency, que irá atribuir classificação semelhante ao conhecido rating de crédito (AAA, AA, A, etc). Com a criação desse novo rating a Carbon Ratings busca soluções para os problemas hoje existentes em projetos regulados pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL do Protocolo de Quioto e em projetos desenvolvidos fora desse mecanismo: geração efetiva da quantidade de créditos previstos. A Carbon Ratings irá também considerar os benefícios econômicos e sociais que os projetos trazem, ou não.

Os idealizadores do novo rating afirmam que os projetos aptos a obter créditos de carbono valem atualmente cerca de €8,5 bilhões e poderiam atingir o valor de €100 bilhões no ano de 2020, o que contribuiria com os esforços para redução de emissões de CO2. Os investidores que acessam esse mercado procuram projetos de qualidade, que minimizem o risco de desempenho. O novo serviço de rating vai justamente nessa direção: dar maior transparência ao mercado de créditos de carbono, ajudar os investidores a diferenciar os créditos ofertados, contribuindo para que esse mercado passe a funcionar como o de outros ativos.

Ao lançar o novo serviço, a Carbon Ratings avaliou uma amostra representativa de 25 projetos elaborados dentro do MDL, inclusive no Brasil, revelando em seu relatório que poucos atingiram a classificação AA e que muitos não estão atingindo as metas de volume de créditos projetadas. Apesar de os desempenhos variarem de país para país, os projetos de energias renováveis e eficiência energética são os que apresentam melhor desempenho e os de minas de carvão o maior risco.

Leia aqui o relatório da Carbon Ratings Agency

8 de abril de 2008

Unibanco obtém linha inédita do IFC

O Unibanco acaba de anunciar que obteve uma linha inédita de crédito da IFC para financiar projetos nas áreas de energia renovável, eficiência energética e construção sustentável (edificações "verdes"). É o primeiro empréstimo da IFC com esse foco para um banco brasileiro. Segundo a IFC, o pioneirismo foi um dos fatores principais para a escolha do banco. O Unibanco foi a primeira instituição financeira de países emergentes a aderir aos Princípios do Equador, em junho de 2004.

14 de setembro de 2007

Investimento de R$ 1 bilhão para energia eólica no Ceará

A empresa SIIF Énergies do Brasil, afiliada do grupo francês SIIFELEC, anunciou que irá investir R$ 1,4 bilhão em um projeto para instalação de sete usinas eólicas no Brasil, seis no Ceará e uma em Cabo Frio - RJ. Desse investimento o Estado do Ceará receberá R$ 1 bilhão, dos quais 20% serão financiados pelo Bando do Nordeste do Brasil - BNB, 60% pela Agência do Desenvolvimento do Nordeste (ex-Sudene) e o restante com recursos próprios da SIIF. As seis usinas eólicas a serem implantadas no Ceará irão gerar 220,7 MW, representando 44% do previsto no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (PROINFA) para o Estado. A carteira total de investimentos previstos para o setor eólico no Ceará é de R$ 2 bilhões. A partir de 2009, 20% da energia consumida no Estado deverá ser de origem eólica. Até aquele ano, deverão estar em operação 14 parques eólicos com capacidade de 500 MW. Enquanto se discute a construção de usinas hidrelétricas com grande potencial de impacto ambiental, os investimento previstos no Ceará para geração de energia eólica indicam a viabilidade dessa fonte de energia mais limpa para o país e representam uma oportunidade de negócios para empresas privadas e o setor financeiro.