Negócios Sustentáveis

Itaú Unibanco reforça estratégia de sustentabilidade

Participamos ontem da apresentação da estrutura da nova Governança de Sustentabilidade do Itaú Unibanco e da sua recém-consolidada Política de Sustentabilidade. Nesse evento foi divulgado também o Relatório Anual de Sustentabilidade 2008, já unificando os dois bancos.

Banco Real lança curso on-line para difundir práticas de sustentabilidade

O Banco Real acaba de lançar o primeiro capítulo de um curso sobre sustentabilidade on-line. Utilizando uma linguagem objetiva e dinâmica, o curso, que integra o Espaço Banco Real de Práticas em Sustentabilidade, visa a difundir práticas de sustentabilidade entre as pessoas e as empresas. Cada capítulo do curso aborda o seguinte: Capítulo 1 - Jeitos de ver o mundo: apresenta um dia na rotina de um personagem (Roberto) por meio da ótica social, ambiental e econômica, mostrando a integração dessas três dimensões da sustentabilidade. Será lançado amanhã dia 22/04. Capítulo 2 - A sustentabilidade: apresenta o conceito de sustentabilidade e suas principais implicações no dia-a-dia, nos negócios e no mundo. Lançamento previsto para maio. Capítulo 3 - Já estamos reinventando: mostra como esse novo olhar está influenciando novos comportamentos e abrindo oportunidades para indivíduos, sociedades e negócios. Lançamento previsto para junho. Ao lançar esse mais novo curso, o Banco Real contribui para disseminar o tema e compartilhar com a sociedade sua experiência em sustentabilidade. Vale a pena conferir o curso! Clique aqui.

Sustentabilidade do setor logístico é debatida em seminário

Participamos na semana passada do 6º Seminário Internacional em Logística Agroindustrial realizado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – ESALQ, em Piracicaba, cujo tema este ano foi “Logística x Meio Ambiente”. Nossa palestra no painel Sustentabilidade Logística abordou o impacto das mudanças climáticas no ambiente de negócios e quais iniciativas as empresas do setor de logística estão implantando para gerenciar riscos socioambientais. Dentre outras iniciativas de sustentabilidade que apresentamos, merece destaque a estratégia de mudanças climáticas utilizada pela empresa espanhola Abertis, integrante do Dow Jones Sustainability Index, que além de medidas visando a redução do uso de recursos naturais, apresenta uma extensa lista de medidas para mitigar sua contribuição para as mudanças climáticas (Corporate Social Responsability Report 2008). Esse painel contou ainda com a participação de dois palestrantes internacionais, que trouxeram a experiência de iniciativas de sustentabilidade na cadeia de fornecedores na Europa. Os diferentes pontos de vista apresentados ao longo do seminário foram fundamentais para tornar o evento bastante interessante ao público presente. Saiba mais sobre o evento e faça o download das palestras Leia sobre a estratégia de mudanças climáticas da empresa Abertis

Bancos privados adotam o Protocolo Verde

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que congrega os bancos privados do país, assinou ontem o Protocolo Verde. O documento, que já tem a adesão dos bancos públicos BNDES, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste do Brasil, é um compromisso de conceder financiamento apenas a empresas ou projetos que se comprometam com a questão da sustentabilidade. Consideramos a adesão dos bancos privados ao Protocolo Verde uma iniciativa importante para que as variáveis social e ambiental passem a integrar a estratégia de negócios de um número cada vez maior de bancos. O presidente da Febraban Fabio Barbosa, ressaltou que a assinatura do Protocolo é mais um sinal de que o movimento de sustentabilidade está em franca expansão no setor. Os primeiros bancos privados que aderiram ao protocolo são: Bradesco, Cacique, Citi, HSBC, Itaú Unibanco, Safra e Santander Brasil – Real. Leio o Protocolo Verde Outros posts sobre Protocolo Verde

EUA: seguradoras deverão informar sobre o impacto das mudanças climáticas

Recentemente, a National Association of Insurance Commissioners – NAIC, órgão regulador do setor segurador dos Estados Unidos, tornou obrigatória a divulgação pública de informações pelas companhias seguradoras sobre os riscos financeiros decorrentes das mudanças climáticas em seus negócios e que medidas estão adotando para enfrentá-los. Esta decisão foi uma vitória para a rede Ceres de investidores e organizações ambientalistas, que há cerca de 2 anos vinha propondo às seguradoras maior transparência de informações a respeito desses riscos Para cumprir essa nova exigência da NAIC, as seguradoras terão que avaliar o risco climático de seus clientes. Elas também deverão divulgar como estão adaptando sua gestão de risco à luz dos desafios das mudanças do clima e que medidas estão adotando para orientar os formuladores de políticas públicas e seus clientes sobre os riscos das mudanças climáticas. A rede Ceres espera que a nova regulamentação da NAIC, incentive a Securities and Exchange Commission – SEC, comissão de valores mobiliários dos EUA, a adotar medida semelhante para todas as empresas com ações negociadas em bolsas de valores. Em um documento que lançou em 2008, a NAIC advertia que as mudanças climáticas representam um “desafio sem precedentes para as seguradoras”. Seria hora do órgão regulador do setor de seguros e das companhias seguradoras brasileiros dedicarem mais atenção à questão das mudanças do clima no ambiente de negócios, não somente com relação aos riscos, mas principalmente quanto a novas oportunidades de negócios. Algumas seguradoras americanas já estão oferecendo novos produtos visando reduzir seus riscos e ajudar a combater as mudanças do clima. Esses produtos incluem diretrizes para edificações “verdes”, proteção contra secas em paises em desenvolvimento e incentivos para investimento em energias renováveis. Leia aqui o press release da rede Ceres

Em meio à crise, banco Standard Chartered reforça estratégia em sustentabilidade

Em meio à turbulência resultante da crise financeira, o banco Standard Chartered dá uma clara demonstração de que este é o momento para investir em sustentabilidade. O banco acaba de divulgar 13 diretrizes para lidar com as questões socioambientais no financiamento de setores com mais alto impacto. Estas diretrizes incluem, além de mudanças climáticas e trabalho infantil, os seguintes setores de atividades: florestas e óleo de palma, mineração e metalurgia, hidrelétricas, biocombustíveis, energia de combustíveis fósseis, transporte de materiais perigosos, fumo, petróleo e gás, jogos de azar, energia nuclear e desmanche de navios. Para a elaboração dessas diretrizes destacamos o fato do banco Standard Chartered ter consultado um grupo de stakeholders: ONGs, investidores focados em sustentabilidade e especialistas. A adoção destas diretrizes reforça a política de risco socioambiental do banco em vigor há 10 anos. O banco também é signatário dos Princípios do Equador e do Climate Principles. O objetivo do banco é o de também atuar de forma pró-ativa, contribuindo com o aprimoramento das práticas de gestão socioambiental de seus clientes. Mike Rees, presidente da área de atacado do Standard Chartered, afirmou: “Se um cliente não quer conversar sobre essas coisas, a questão para nós é se queremos trabalhar com esse tipo de cliente.” Simultaneamente ao lançamento das novas diretrizes, o banco anunciou que irá implantar um programa de treinamento de seus colaboradores sobre sustentabilidade no processo de decisão de crédito. Consideramos bastante oportuna a iniciativa do banco SC de reforçar sua estratégia de sustentabilidade nos negócios, inclusive pela adoção de diretriz específica para lidar com o impacto das mudanças climáticas. Desse modo, o banco se prepara para rever seu perfil de clientes à luz de uma economia que caminha na direção da baixa emissão de carbono. Conheça as novas diretrizes do banco Standard Chartered e suas outras práticas de sustentabilidade