Negócios Sustentáveis

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Comunicação da sustentabilidade ou greenwashing?

Atualmente, é muito comum encontrarmos propagandas ou publicidades de empresas em jornais, revistas e na televisão, abordando o tema da sustentabilidade. Devido ao crescente uso do tema, está surgindo um debate sobre a qualidade das informações veiculadas nessas comunicações corporativas. Uma empresa que apresente benefícios ambientais ou socioambientais inexistentes ou inadequados em uma campanha publicitária, por exemplo, está sendo rotulada hoje de praticar o “greenwashing”. Esse termo em inglês é traduzido como “maquiagem verde”, representando algo usado para mascarar uma realidade não muito sustentável. E como as empresas podem evitar serem rotuladas por greenwashing? Sugerimos que elas fiquem atentas ao conteúdo de suas campanhas publicitárias e que tomem alguns cuidados. Aquelas empresas que queiram saber mais como evitar o greenwashing, podem seguir as orientações de guias que foram lançados recentemente. Existem pelo menos três documentos que explicam como se caracteriza o greenwashing e trazem recomendações práticas do que não se deve fazer ou comunicar a fim de evitá-lo. Faça o download aqui: The Greenwash Guide - Futerra Sustainability Communications The 6 Sins of Greenwashing - TerraChoice Eco-promising: Communicating the environmental credentials of your products and services - Forum for the Future and Business for Social Responsibility

Grandes empresas perdem a oportunidade de envolverem seus públicos de interesse

Essa é uma das conclusões de um recém-lançado relatório que avaliou a transparência dos relatórios de sustentabilidade das 50 maiores empresas americanas, segundo a lista da revista Fortune. De acordo com o relatório Measuring the Transparency of Environmental Sustainability Reporting Through Websites of Fortune 50 Corporations a maioria das empresas utiliza a internet para divulgar informações quanto ao seu desempenho socioambiental, mas poucas delas se utilizam do potencial interativo da internet para envolver seus stakeholders e serem transparentes na divulgação de suas informações. O relatório produzido por pesquisadores da Brigham Young University e da KDPaine and Partners avaliou quatro fatores em cada empresa: a participação de stakeholders na decisão de quais informações devem ser divulgadas; a utilidade das informações prestadas; o quanto essas informações possam representar o desempenho da empresa e a disponibilidade freqüente de informações de fácil compreensão. Os pesquisadores planejam expandir nos próximos meses a análise para as 500 maiores empresas americanas. Acesse o relatório

Brasil é o país mais sensível às variações do clima

Foi divulgado recentemente o estudo Global Weather Sensitivity que considerou informações do PIB, de setores econômicos e informações históricas sobre temperaturas e chuvas de 68 países para avaliar a sensibilidade da economia de cada nação às variações climáticas. Segundo o estudo, elaborado pela empresa de gerenciamento do risco climático WeatherBill, em função das grandes variações de temperatura e por possuir uma forte atividade econômica baseada na agricultura e na mineração, a economia brasileira é, de todas, a mais vulnerável às mudanças do clima. Achamos importante mencionar que esse estudo, da mesma forma que o recente estudo divulgado pela Embrapa, serve como um alerta para que empresas, investidores e também os financiadores dos setores mais sensíveis às variações climáticas, se utilizem de ferramentas para reduzir os potenciais impactos financeiros em seus negócios.