15 de agosto de 2008
Clima: Embrapa adverte para prejuízos no setor agrícola brasileiro
5 de agosto de 2008
Guarda-roupa "verde"
31 de julho de 2008
Bancos federais renovam seus compromissos socioambientais
- Oferecer condições especiais de financiamentos, como taxas, prazos e carências diferenciadas, para projetos que contemplem investimentos socioambientais.
- Incorporar critérios socioambientais ao processo de análise e concessão de crédito para projetos de investimentos, considerando os impactos e riscos e a necessidade de medidas mitigadoras e compensatórias.
- Efetuar a análise socioambiental de clientes cujas atividades exijam o licenciamento ambiental e/ou que representem significativos impactos sociais adversos.
Por se tratar de grandes bancos com enorme capilaridade de crédito, o novo Protocolo representa uma iniciativa importante do setor financeiro público na realização de negócios que promovam o desenvolvimento com sustentabilidade. Na nossa opinião, e como tudo indica o próprio Protocolo irá prever, é importante que haja harmonização de critérios e procedimentos na implantação de suas diretrizes pelos bancos.
Está em discussão na Febraban a possível adesão também dos bancos privados ao novo Protocolo Verde, o que seria um avanço conjunto do setor financeiro brasileiro na adoção de diretrizes socioambientais em seus negócios.
Leia mais sobre esse assunto na Gazeta Mercantil.
Acesse o novo Protocolo Verde.
25 de julho de 2008
Estado da Califórnia adota o primeiro código estadual de construções “verdes” nos EUA
19 de julho de 2008
Novo relatório aponta desafios para o setor florestal
15 de julho de 2008
Banco francês inova ao avaliar impacto socioambiental indireto de seus produtos
A metodologia foi desenvolvida para inicialmente ser usada em produtos de investimentos. Segundo o Caisse d’Epargne, até o final de 2008 ela deve ser adaptada para outros tipos de produtos e serviços financeiros, como seguros e empréstimos.
De acordo com a metodologia, disponível na internet para que outros bancos possam também utilizá-la, os produtos são classificados em uma escala de 1 a 5 de acordo com três categorias (ilustração abaixo): seu risco financeiro; seu grau de responsabilidade social e ambiental e sua emissão direta e indireta de gases do efeito estufa.

Acesse aqui a metodologia
4 de julho de 2008
Agência lança rating inédito para projetos de crédito de carbono
Vale a pena conferir o recém-lançado serviço de rating de projetos de redução das emissões de carbono. O rating é uma novidade da empresa Carbon Ratings Agency, que irá atribuir classificação semelhante ao conhecido rating de crédito (AAA, AA, A, etc). Com a criação desse novo rating a Carbon Ratings busca soluções para os problemas hoje existentes em projetos regulados pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL do Protocolo de Quioto e em projetos desenvolvidos fora desse mecanismo: geração efetiva da quantidade de créditos previstos. A Carbon Ratings irá também considerar os benefícios econômicos e sociais que os projetos trazem, ou não.
Os idealizadores do novo rating afirmam que os projetos aptos a obter créditos de carbono valem atualmente cerca de €8,5 bilhões e poderiam atingir o valor de €100 bilhões no ano de 2020, o que contribuiria com os esforços para redução de emissões de CO2. Os investidores que acessam esse mercado procuram projetos de qualidade, que minimizem o risco de desempenho. O novo serviço de rating vai justamente nessa direção: dar maior transparência ao mercado de créditos de carbono, ajudar os investidores a diferenciar os créditos ofertados, contribuindo para que esse mercado passe a funcionar como o de outros ativos.
Ao lançar o novo serviço, a Carbon Ratings avaliou uma amostra representativa de 25 projetos elaborados dentro do MDL, inclusive no Brasil, revelando em seu relatório que poucos atingiram a classificação AA e que muitos não estão atingindo as metas de volume de créditos projetadas. Apesar de os desempenhos variarem de país para país, os projetos de energias renováveis e eficiência energética são os que apresentam melhor desempenho e os de minas de carvão o maior risco.