O Observatório do Clima – OC divulgou nessa semana
as emissões brasileiras de gases de efeito estufa (GEE). As emissões desses
gases atingiram 1,57 bilhão de toneladas de carbono equivalente em 2013,
representando um aumento de 7,8% em relação ao ano de 2012, segundo o Sistema
de Emissões de Gases de Efeito Estufa.
22 de novembro de 2014
17 de novembro de 2014
Resolução 4327 do Banco Central impõe negociação entre bancos e empresas
Precisou o Banco Central, por meio da Resolução
4.327 de abril de 2014, regular a adoção de diretrizes para a implantação de Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA)
pelas instituições financeiras, para que as empresas tomadoras de recursos
junto a essas instituições começassem a avaliar como são afetadas por essa
PRSA. Foi essa a pauta da discussão do evento que ocorreu na semana passada na
Federação das Indústrias de São Paulo – FIESP.
6 de agosto de 2014
Novo livro aborda a avaliação do risco socioambiental no setor financeiro
O ponto central do meu mais novo livro Sustentabilidade nos Negócios do Setor Financeiro: Avaliação do risco socioambiental na decisão de crédito é demonstrar o papel do setor financeiro na promoção do desenvolvimento
sustentável.
O setor financeiro
enfrenta um novo desafio que vai além da turbulência e maior volatilidade nos
mercados. Esse desafio consiste em saber como avaliar corretamente uma vasta
série de variáveis socioambientais que até há pouco não eram uma preocupação
das instituições financeiras. Em termos da gestão dos
riscos e oportunidades socioambientais no setor financeiro brasileiro, é o
Banco Rabobank Brasil, de origem holandesa, que se destaca com a sua inovadora e bem formulada
política de crédito socioambiental para o setor do agronegócio.
28 de abril de 2014
Banco Central obriga instituições financeiras a implantar política de risco socioambiental
O Conselho Monetário
Nacional (CMN) acaba de aprovar a Resolução 4.327 que estabelece
diretrizes para o estabelecimento e a implantação da Política de
Responsabilidade Socioambiental (PRSA) pelas instituições financeiras. Essa
nova Resolução resulta de um longo tempo de discussão, que teve início em 2011,
conduzido pelo Banco Central e pelo Ministério do Meio Ambiente, em conjunto
com o setor financeiro. A proposta da nova Resolução foi apresentada na
Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), em junho
de 2012, e teve prosseguimento por meio da realização de audiências públicas e
restritas.
5 de janeiro de 2014
Nova carteira do Índice de Sustentabilidade da Bolsa entra em vigor com desafios
A partir de 06/01/2014 passou a vigorar a nova carteira de ações do Índice de
Sustentabilidade Empresarial – ISE da BM&FBovespa. É a nona carteira desse
índice, que foi iniciado em 2005. O ISE reflete o retorno de uma carteira
composta por ações de empresas com os melhores desempenhos em todas as
dimensões do questionário de avaliação. Às dimensões do conceito conhecido como
Triple Bottom Line (Ambiental, Social e Econômico-Financeira) foram adicionadas
outras quatro dimensões: governança corporativa, geral, natureza do produto e
mudanças climáticas. Essa última dimensão começou a pontuar na avaliação das
empresas a partir da carteira de 2012.
11 de novembro de 2013
Agronegócio representa 60% do total das emissões de carbono, revela nova plataforma de dados
O Observatório
do Clima, rede que reúne entidades da sociedade civil com o objetivo de
discutir a questão das mudanças climáticas no contexto brasileiro, acaba
de lançar em seu site na Internet o Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito
Estufa – SEEG. O SEEG é uma plataforma de informações que permite consultar
dados sobre diferentes setores de atividades e sobre as emissões de Gases de
Efeito Estufa – GEE - do Brasil do período de 1990 a 2012.
22 de agosto de 2013
Código Florestal mobiliza os bancos
A
Federação Brasileira de Bancos – Febraban realizou ontem um evento para
difundir o Cadastro Ambiental Rural – CAR, que foi criado pelo novo Código
Florestal – Artigo 29 da Lei 12.651 de 25/05/2012.
O
CAR é o registro
público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis
rurais, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades
e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento,
planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. A porta de
entrada para inscrição dos imóveis rurais no CAR são os órgãos ambientais
estaduais. Por meio do CAR será possível obter as informações a respeito da localização
dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Preservação Permanente, das
Áreas de Uso Restrito, das áreas consolidadas e, caso existente, também da
localização da Reserva Legal.
Assinar:
Postagens (Atom)