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5 de janeiro de 2014

Nova carteira do Índice de Sustentabilidade da Bolsa entra em vigor com desafios

A partir de 06/01/2014 passou a vigorar a nova carteira de ações do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE da BM&FBovespa. É a nona carteira desse índice, que foi iniciado em 2005. O ISE reflete o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com os melhores desempenhos em todas as dimensões do questionário de avaliação. Às dimensões do conceito conhecido como Triple Bottom Line (Ambiental, Social e Econômico-Financeira) foram adicionadas outras quatro dimensões: governança corporativa, geral, natureza do produto e mudanças climáticas. Essa última dimensão começou a pontuar na avaliação das empresas a partir da carteira de 2012.

11 de janeiro de 2012

Índice de Sustentabilidade Empresarial inova, mas restam desafios

A partir do pregão do dia 02/01 entrou em vigor a nova carteira de ações do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE da BM&FBovespa. É a sétima carteira desse Índice, que foi lançado pela bolsa em novembro de 2005.  A nova carteira reúne 51 ações de 38 companhias de 18 setores de atividades.

9 de janeiro de 2012

BM&FBovespa adota o modelo “Relate ou Explique”

Em mais uma iniciativa no sentido de promover boas práticas de gestão da sustentabilidade nos negócios, a BM&FBovespa anunciou recentemente que passa a adotar o modelo “relate ou explique”para os relatórios de sustentabilidade das empresas com ações negociadas na bolsa.

15 de junho de 2011

ISE: investidores sairiam ganhando com maior transparência de informações

A companhia autoriza a divulgação das respostas fornecidas no questionário? Essa é a pergunta/alteração mais relevante de todas aquelas propostas no processo de revisão do Questionário do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial, cuja consulta pública presencial aconteceu ontem em São Paulo. Essa pergunta deve ser incluída na Dimensão Geral do Questionário, que irá avaliar e selecionar as empresas que integrarão a carteira de ações do ISE a partir de janeiro de 2012. A consulta pública é uma etapa importante do processo de revisão da metodologia do ISE da BMFBovespa, que seleciona as empresas que se destacam pelo seu comprometimento com a adoção de práticas de sustentabilidade nos negócios. As demais dimensões do Questionário são: Natureza do Produto, Governança Corporativa, Econômico-financeira, Social, Mudanças Climáticas e Ambiental.

20 de abril de 2011

BM&FBOVESPA lança guia de sustentabilidade para empresas

Na semana passada a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBOVESPA) lançou o guia “Novo Valor: Sustentabilidade nas Empresas. Como Começar, Quem Envolver e o Que Priorizar”, cujo objetivo é orientar as empresas a incorporarem práticas sustentáveis em seus negócios. Segundo Sonia Favaretto, diretora de sustentabilidade da BM&FBOVESPA, "O objetivo não é estabelecer regras ou fórmulas prontas, mas servir como um ponto de partida para que cada empresa encontre suas próprias soluções, levando em conta as características que a fazem única".

4 de dezembro de 2010

Novo índice de carbono pretende mobilizar empresas e investidores para a questão climática nos negócios

A BM&FBovespa e o BNDES lançaram o Índice Carbono Eficiente (ICO2), que mede o retorno de uma carteira teórica formada por ações de empresas do IBrX-50 (índice composto pelas 50 ações mais negociadas na Bolsa) que aderiram à iniciativa. O ICO2 é ponderado pelo free float (quantidade de ações de uma empresa disponível para negociação em bolsa) e pelo coeficiente de emissões de carbono das empresas.

26 de novembro de 2010

Bolsa tenta superar resistência dos investidores ao Índice de Sustentabilidade

Com o objetivo de superar a falta de interesse da comunidade financeira pelo Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE, um dia após a divulgação da nova carteira de ações que compõem esse índice, a BM&FBovespa anunciou hoje o lançamento de um fundo que será negociado na Bolsa: o ETF (Exchange-Traded Fund), que irá replicar a carteira de ações do ISE. Certamente uma iniciativa importante para que esse índice continue incentivando a adoção de práticas de sustentabilidade pelas empresas e possa se tornar referência para investidores.

12 de junho de 2010

Bolsa promove diálogos para aprimorar o Índice de Sustentabilidade

Em 2010 o Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa – ISE irá completar 5 anos desde seu lançamento. A BM&FBovespa está promovendo uma série de diálogos com os seus principais stakeholders visando a aperfeiçoar o ISE para os próximos 5 anos.

17 de março de 2010

Evento da bolsa discute o mercado voluntário de carbono

Participamos do seminário “Mercado de Carbono Voluntário – novo ambiente de negócios para as empresas brasileiras” realizado na BM&FBOVESPA. O evento contou com palestrantes de empresas especializadas que atuam nesse mercado.

24 de fevereiro de 2010

Deutsche Bank e Nasdaq lançam índice de tecnologias limpas

O DB Climate Change Advisors (DBCCA) – braço de investimentos e pesquisas sobre mudanças climáticas do Deutsche Bank – e a Nasdaq OMX anunciaram o lançamento do DB Nasdaq OMX Clean Tech Index. A colaboração veio combinar o expertise de cada um para fornecer um índice benchmark para a indústria de investimentos.

15 de dezembro de 2009

Mudanças climáticas: mercado brasileiro ganha índice de ações inédito

O BNDES e a BM&F BOVESPA anunciaram hoje que irão criar o Índice Carbono Eficiente – ICO2 para estimular as companhias com ações negociadas em bolsa a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa – GEE. O novo índice objetiva incentivar as empresas a mensurar e gerir suas emissões de GEE, dar maior transparência a respeito das emissões desses gases pelas companhias abertas e criar oportunidades para os investidores com foco no investimento socioambiental responsável.

28 de novembro de 2007

Nova carteira do ISE pode estimular mercado de fundos

Ontem a Bovespa divulgou as empresas que irão integrar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE, que entrará em vigor em 1º. de dezembro de 2007. A nova carteira é composta por 32 empresas (33, atual) de 13 setores (14, atual), totalizando quase 40% do total de capitalização da Bovespa (R$ 2,3 trilhões), contra 43% da carteira atual. São 7 as empresas incluídas: AES Tietê, Cesp, Eletrobrás, Light, Sabesp, Sadia e Weg. Foram 8 as empresas excluídas: ALL, Celesc, Gol, Itaúsa, Localiza, TAM, Ultrapar e Unibanco. Nessa revisão da carteira 137 empresas receberam o questionário de avaliação, contra 120 empresas no ano anterior e, respectivamente, 62 e 60 empresas responderam. Participamos da revisão dos critérios de seleção das empresas que integram o ISE, que tinha por objetivo torná-los mais rigorosos. Esse objetivo foi atendido na medida em que 8 empresas não conseguiram permanecer no ISE, o que representa 24% da atual carteira. Observamos que na revisão do ano passado esse percentual foi de apenas 14%. Salientamos também que, em função do maior rigor nos critérios e na comprovação documental, a carteira anunciada do ISE apresenta uma menor concentração setorial em relação aos anos anteriores. Essa desconcentração poderá agora estimular mais o lançamento de um número maior de fundos de ações atrelados ao ISE pelas instituições financeiras, o que contribuiria para uma maior disseminação do conceito de investimento responsável pelos investidores em geral.

27 de setembro de 2007

Fortis adquire lote de créditos de carbono no primeiro leilão da BM&F

A Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) realizou ontem o primeiro leilão público de créditos de carbono desde a ratificação do Protocolo de Kyoto. O vencedor do leilão foi a instituição financeira belgo-holandesa Fortis, que comprou as 808,5 mil toneladas de CO² equivalente da prefeitura de São Paulo ao valor de 16,20 euros por tonelada, totalizando R$ 34,5 milhões. Vários negócios de balcão com créditos de carbono têm sido realizados por empresas brasileiras, sempre diretamente com interessados nos países desenvolvidos, com a intermediação de bancos ou consultorias. Mas essa é primeira vez que um negócio é realizado em bolsa, por meio da internet. Segundo o presidente da BM&F, Manuel Félix Cintra Neto, não devem ocorrer novos leilões de créditos de carbono na BM&F este ano, mas em 2008 deverão ocorrer cerca de dez leilões com a participação de vendedores públicos e privados. Esse primeiro leilão da BM&F, que contou com lances de 9 instituições, dá maior credibilidade à venda de créditos de carbono, confirmando que a procura por esses créditos tende a crescer nos próximos leilões e pode contribuir para estimular o número de projetos brasileiros de seqüestro de carbono.

19 de setembro de 2007

BM&F realizará primeiro leilão público de créditos de carbono do mundo

O leilão que a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) fará no dia 26 de setembro marca a estréia do Mercado Brasileiro de Reduções de Emissões, sendo o primeiro leilão público desde a ratificação do Protocolo de Kyoto, em fevereiro de 2005. Os títulos que serão negociados na BM&F têm como base o projeto Bandeirantes de Gás de Aterro e Geração de Energia. Os créditos serão ofertados pela Prefeitura de São Paulo e correspondem a 808,5 mil toneladas de gases de efeito estufa com a expectativa de captação de R$ 30 milhões. Esse primeiro leilão da BM&F vai estimular o marco regulatório para o comércio de crédito de carbono, conferindo transparência e estimulando o crescimento desse mercado no Brasil. Segundo informação do BNDES, esse mercado tem potencial de US$ 1,2 bilhão de dólares até 2012 no país.