O Conselho Monetário
Nacional (CMN) acaba de aprovar a Resolução 4.327 que estabelece
diretrizes para o estabelecimento e a implantação da Política de
Responsabilidade Socioambiental (PRSA) pelas instituições financeiras. Essa
nova Resolução resulta de um longo tempo de discussão, que teve início em 2011,
conduzido pelo Banco Central e pelo Ministério do Meio Ambiente, em conjunto
com o setor financeiro. A proposta da nova Resolução foi apresentada na
Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), em junho
de 2012, e teve prosseguimento por meio da realização de audiências públicas e
restritas.
28 de abril de 2014
Banco Central obriga instituições financeiras a implantar política de risco socioambiental
5 de janeiro de 2014
Nova carteira do Índice de Sustentabilidade da Bolsa entra em vigor com desafios
A partir de 06/01/2014 passou a vigorar a nova carteira de ações do Índice de
Sustentabilidade Empresarial – ISE da BM&FBovespa. É a nona carteira desse
índice, que foi iniciado em 2005. O ISE reflete o retorno de uma carteira
composta por ações de empresas com os melhores desempenhos em todas as
dimensões do questionário de avaliação. Às dimensões do conceito conhecido como
Triple Bottom Line (Ambiental, Social e Econômico-Financeira) foram adicionadas
outras quatro dimensões: governança corporativa, geral, natureza do produto e
mudanças climáticas. Essa última dimensão começou a pontuar na avaliação das
empresas a partir da carteira de 2012.
11 de novembro de 2013
Agronegócio representa 60% do total das emissões de carbono, revela nova plataforma de dados
O Observatório
do Clima, rede que reúne entidades da sociedade civil com o objetivo de
discutir a questão das mudanças climáticas no contexto brasileiro, acaba
de lançar em seu site na Internet o Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito
Estufa – SEEG. O SEEG é uma plataforma de informações que permite consultar
dados sobre diferentes setores de atividades e sobre as emissões de Gases de
Efeito Estufa – GEE - do Brasil do período de 1990 a 2012.
22 de agosto de 2013
Código Florestal mobiliza os bancos
A
Federação Brasileira de Bancos – Febraban realizou ontem um evento para
difundir o Cadastro Ambiental Rural – CAR, que foi criado pelo novo Código
Florestal – Artigo 29 da Lei 12.651 de 25/05/2012.
O
CAR é o registro
público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis
rurais, com a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades
e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento,
planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. A porta de
entrada para inscrição dos imóveis rurais no CAR são os órgãos ambientais
estaduais. Por meio do CAR será possível obter as informações a respeito da localização
dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Preservação Permanente, das
Áreas de Uso Restrito, das áreas consolidadas e, caso existente, também da
localização da Reserva Legal.
24 de julho de 2013
Bancos ampliam o escopo dos Princípios do Equador
Após um longo período de discussões internas, os quase
oitenta bancos signatários dos Princípios do Equador chegaram a um entendimento
e anunciaram a terceira versão dos Princípios do Equador (The Equator
Principles). Isso ocorre dez anos após o lançamento da primeira versão desses
Princípios, que são um marco no sentido da incorporação das questões socioambientais nos negócios do setor financeiro internacional. Os
Princípios do Equador são um conjunto de diretrizes utilizadas para avaliar os
riscos e impactos socioambientais associados aos financiamentos de
empreendimentos como, por exemplo, dos setores de geração de energia, portos,
rodovias, e petroquímico. Os Princípios do Equador têm como base as mesmas
diretrizes socioambientais utilizadas pela International Finance Corporation-
IFC, que é a subsidiária do Banco Mundial financiadora do setor privado.
7 de março de 2013
Empresas brasileiras são destaque no novo índice Dow Jones de sustentabilidade para mercados emergentes
As empresas RobecoSAM e S&P Dow Jones Indices recentemente lançaram o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index - DJSI Emerging Markets (Índice Dow Jones para Mercados Emergentes), primeiro índice de ações que identifica as empresas de países emergentes avaliadas como líderes em sustentabilidade. Esse novo índice complementa a família de índices de sustentabilidade do Dow Jones da bolsa de Nova York.
Para poder integrar o DJSI Emerging Markets, o desempenho em sustentabilidade das empresas é avaliado de acordo com critérios econômicos, sociais e ambientais. As empresas que compõem esse índice são selecionadas com base no critério chamado de best-in-class (melhor do setor), que é o mesmo critério utilizado para avaliar as empresas que competem para entrar no Dow Jones Sustainability Index, índice de sustentabilidade para empresas do mundo todo lançado no ano de 1999.
Para poder integrar o DJSI Emerging Markets, o desempenho em sustentabilidade das empresas é avaliado de acordo com critérios econômicos, sociais e ambientais. As empresas que compõem esse índice são selecionadas com base no critério chamado de best-in-class (melhor do setor), que é o mesmo critério utilizado para avaliar as empresas que competem para entrar no Dow Jones Sustainability Index, índice de sustentabilidade para empresas do mundo todo lançado no ano de 1999.
3 de dezembro de 2012
Desordem climática pode gerar desordem global, afirma Eduardo Viola
Aconteceu na semana passada mais um seminário a respeito do tema “O Desenvolvimento Sustentável nas Relações Internacionais”, que é promovido pelo Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI/USP). Nesse mais recente seminário o convidado especial foi Eduardo Viola, professor da Universidade de Brasília, que procurou explicar como e por que a crise climática altera profundamente a configuração e a dinâmica das relações internacionais.
Assinar:
Postagens (Atom)