As empresas RobecoSAM e S&P Dow Jones Indices recentemente lançaram o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index - DJSI Emerging Markets (Índice Dow Jones para Mercados Emergentes), primeiro índice de ações que identifica as empresas de países emergentes avaliadas como líderes em sustentabilidade. Esse novo índice complementa a família de índices de sustentabilidade do Dow Jones da bolsa de Nova York.
Para poder integrar o DJSI Emerging Markets, o desempenho em sustentabilidade das empresas é avaliado de acordo com critérios econômicos, sociais e ambientais. As empresas que compõem esse índice são selecionadas com base no critério chamado de best-in-class (melhor do setor), que é o mesmo critério utilizado para avaliar as empresas que competem para entrar no Dow Jones Sustainability Index, índice de sustentabilidade para empresas do mundo todo lançado no ano de 1999.
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7 de março de 2013
11 de janeiro de 2012
Índice de Sustentabilidade Empresarial inova, mas restam desafios
A partir do pregão do dia 02/01 entrou em vigor a nova carteira de ações do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE da BM&FBovespa. É a sétima carteira desse Índice, que foi lançado pela bolsa em novembro de 2005. A nova carteira reúne 51 ações de 38 companhias de 18 setores de atividades.
9 de janeiro de 2012
BM&FBovespa adota o modelo “Relate ou Explique”
Em mais uma iniciativa no sentido de promover boas práticas de gestão da sustentabilidade nos negócios, a BM&FBovespa anunciou recentemente que passa a adotar o modelo “relate ou explique”para os relatórios de sustentabilidade das empresas com ações negociadas na bolsa.
15 de dezembro de 2009
Mudanças climáticas: mercado brasileiro ganha índice de ações inédito
O BNDES e a BM&F BOVESPA anunciaram hoje que irão criar o Índice Carbono Eficiente – ICO2 para estimular as companhias com ações negociadas em bolsa a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa – GEE. O novo índice objetiva incentivar as empresas a mensurar e gerir suas emissões de GEE, dar maior transparência a respeito das emissões desses gases pelas companhias abertas e criar oportunidades para os investidores com foco no investimento socioambiental responsável.
20 de junho de 2008
Novo índice de ações foca oportunidades ambientais
A FTSE (Financial Times & Stock Exchange), companhia inglesa que atua na elaboração de índices de mercado, acaba de lançar um índice que mede o desempenho de companhias globais que têm forte envolvimento em negócios e tecnologias ambientais. Chamado de FTSE Environmental Opportunities All-Share Index, é composto por ações de 470 empresas, dentre as quais seis brasileiras, cujas atividades busquem soluções ambientais nos campos de energias alternativas e eficiência energética, tecnologia de água e resíduos, controle da poluição e gestão de matérias primas.
O novo índice seleciona as ações das empresas cujas vendas, investimentos e lucro líquido relativos a tecnologias ambientais superem mais de 20% o total desses parâmetros. Além disso, o Environmental Opportunities é ajustado pela liquidez das ações selecionadas. Seus destaques são os seguintes:

O novo índice seleciona as ações das empresas cujas vendas, investimentos e lucro líquido relativos a tecnologias ambientais superem mais de 20% o total desses parâmetros. Além disso, o Environmental Opportunities é ajustado pela liquidez das ações selecionadas. Seus destaques são os seguintes:

As 10 empresas com maior participação no índice são: Siemens, Iberdrola, Suez, ABB, United Technologies, 3M, ENEL, Emerson Eletric, Honeywell e Phillips. Consideramos seu lançamento mais uma demonstração de que os investidores, pessoas físicas e jurídicas, estão cada vez mais interessados na busca de soluções para as questões ambientais associadas aos negócios. O índice foi justamente criado pela FTSE para atender a demanda desses investidores que procuram empresas melhor preparadas para atuar num ambiente de negócios de baixa emissão de carbono, maximizar as oportunidades ambientais em seus portfólios e apoiar financeiramente o crescimento e o desenvolvimento do setor de tecnologia ambiental e de energias renováveis.
28 de novembro de 2007
Nova carteira do ISE pode estimular mercado de fundos
Ontem a Bovespa divulgou as empresas que irão integrar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE, que entrará em vigor em 1º. de dezembro de 2007. A nova carteira é composta por 32 empresas (33, atual) de 13 setores (14, atual), totalizando quase 40% do total de capitalização da Bovespa (R$ 2,3 trilhões), contra 43% da carteira atual. São 7 as empresas incluídas: AES Tietê, Cesp, Eletrobrás, Light, Sabesp, Sadia e Weg. Foram 8 as empresas excluídas: ALL, Celesc, Gol, Itaúsa, Localiza, TAM, Ultrapar e Unibanco. Nessa revisão da carteira 137 empresas receberam o questionário de avaliação, contra 120 empresas no ano anterior e, respectivamente, 62 e 60 empresas responderam.
Participamos da revisão dos critérios de seleção das empresas que integram o ISE, que tinha por objetivo torná-los mais rigorosos. Esse objetivo foi atendido na medida em que 8 empresas não conseguiram permanecer no ISE, o que representa 24% da atual carteira. Observamos que na revisão do ano passado esse percentual foi de apenas 14%. Salientamos também que, em função do maior rigor nos critérios e na comprovação documental, a carteira anunciada do ISE apresenta uma menor concentração setorial em relação aos anos anteriores. Essa desconcentração poderá agora estimular mais o lançamento de um número maior de fundos de ações atrelados ao ISE pelas instituições financeiras, o que contribuiria para uma maior disseminação do conceito de investimento responsável pelos investidores em geral.
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