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3 de agosto de 2018
Bancos submetem os Princípios do Equador à consulta pública
Em novembro de 2017 a Associação de Bancos que adota os Princípios do
Equador anunciou o início do processo de revisão desses Princípios. Lançados em
2003, os PE são um referencial do setor financeiro mundial para identificação,
avaliação e gestão de riscos sociais e ambientais na atividade de financiamento
de projetos de qualquer setor de atividade econômica. Atualmente, 94 instituições financeiras de 37 países
adotam os PE. Fazem parte desse grupo os bancos brasileiros Bradesco, do
Brasil, Votorantim, Itaú-Unibanco e Caixa. A versão atual dos
Princípios do Equador é de junho de 2013 e foi resultante da atualização das diretrizes
socioambientais da International Finance Corporation - IFC, que são a base dos PE para a avaliação dos impactos e
riscos sociais e ambientais na atividade de financiamento de projetos.
2 de novembro de 2017
Bancos decidem atualizar os Princípios do Equador focando mudanças climáticas e direitos humanos
Na semana passada aconteceu em São
Paulo a reunião anual dos bancos que adotam os Princípios do Equador. Esses
Princípios, lançados em 2003, são um referencial do setor
financeiro mundial para identificação, avaliação e gerenciamento de riscos
socioambientais na atividade de financiamento de projetos de qualquer setor de
atividade econômica.
1 de maio de 2011
Idec quer incentivar responsabilidade socioambiental dos bancos
O Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – acaba de lançar o site Guia dos Bancos Responsáveis - GBB, que tem como objetivo promover a responsabilidade socioambiental dos bancos com apoio e mobilização dos consumidores. O site apresenta um guia sobre as práticas de responsabilidade socioambiental adotadas pelas principais instituições financeiras do país. Por meio de um questionário os bancos foram avaliados em relação a três blocos temáticos: como se relacionam com os consumidores, quais diretrizes socioambientais adotam nos financiamentos e como se relacionam com seus empregados. O site permite comparar os bancos por temas e saber os resultados de todos eles.
2 de julho de 2010
Definidas novas regras de governança para os Princípios do Equador
8 de abril de 2009
Bancos privados adotam o Protocolo Verde
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que congrega os bancos privados do país, assinou ontem o Protocolo Verde. O documento, que já tem a adesão dos bancos públicos BNDES, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste do Brasil, é um compromisso de conceder financiamento apenas a empresas ou projetos que se comprometam com a questão da sustentabilidade.
Consideramos a adesão dos bancos privados ao Protocolo Verde uma iniciativa importante para que as variáveis social e ambiental passem a integrar a estratégia de negócios de um número cada vez maior de bancos. O presidente da Febraban Fabio Barbosa, ressaltou que a assinatura do Protocolo é mais um sinal de que o movimento de sustentabilidade está em franca expansão no setor.
Os primeiros bancos privados que aderiram ao protocolo são: Bradesco, Cacique, Citi, HSBC, Itaú Unibanco, Safra e Santander Brasil – Real.
Leio o Protocolo Verde
Outros posts sobre Protocolo Verde
16 de dezembro de 2008
Bancos estudam ampliar o alcance dos Princípios do Equador
Nos dias 11 e 12 de dezembro participamos do evento Os Princípios do Equador – 5 Anos – Foco no Futuro, que foi promovido pelos bancos signatários desses Princípios. Pela primeira vez um evento dessa relevância ocorre no Brasil, justamente nesse momento em que o Banco Itaú preside o grupo das instituições financeiras signatárias dos Princípios do Equador (PE).
31 de julho de 2008
Bancos federais renovam seus compromissos socioambientais
Os bancos públicos federais, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, BNDES e Banco da Amazônia, irão assinar amanhã o novo Protocolo Verde, que estabelece diretrizes socioambientais na gestão de ativos e nas análises de risco de clientes e de projetos de investimento. Essa é a segunda versão do Protocolo Verde que foi inicialmente lançado em 1995.
O novo Protocolo diferencia-se do anterior por estabelecer diretrizes mais objetivas dentre as quais destacamos as seguintes:
- Oferecer condições especiais de financiamentos, como taxas, prazos e carências diferenciadas, para projetos que contemplem investimentos socioambientais.
- Incorporar critérios socioambientais ao processo de análise e concessão de crédito para projetos de investimentos, considerando os impactos e riscos e a necessidade de medidas mitigadoras e compensatórias.
- Efetuar a análise socioambiental de clientes cujas atividades exijam o licenciamento ambiental e/ou que representem significativos impactos sociais adversos.
Por se tratar de grandes bancos com enorme capilaridade de crédito, o novo Protocolo representa uma iniciativa importante do setor financeiro público na realização de negócios que promovam o desenvolvimento com sustentabilidade. Na nossa opinião, e como tudo indica o próprio Protocolo irá prever, é importante que haja harmonização de critérios e procedimentos na implantação de suas diretrizes pelos bancos.
Está em discussão na Febraban a possível adesão também dos bancos privados ao novo Protocolo Verde, o que seria um avanço conjunto do setor financeiro brasileiro na adoção de diretrizes socioambientais em seus negócios.
Leia mais sobre esse assunto na Gazeta Mercantil.
Acesse o novo Protocolo Verde.
19 de maio de 2008
Programa incentiva empresas a iniciar gerenciamento de emissões
Recentemente foi lançado por empresas nacionais o Programa Brasileiro GHG Protocol, cujo objetivo é o de desenvolver metodologia de inventário e capacitação para o gerenciamento das emissões de gases de efeito estufa. Pensamos que se trata de uma iniciativa importante para que as empresas conheçam suas próprias emissões de carbono e, nesse momento em que o aquecimento do planeta e as mudanças climáticas já começam a impactar os negócios, passem a gerenciar tais emissões.
Para que o programa venha a obter resultados amplos e efetivos, consideramos que seria fundamental as empresas e as instituições financeiras gerenciarem não somente suas próprias emissões, mas também incluírem as emissões de toda a cadeia produtiva e de toda a carteira de crédito, respectivamente.
Aderiram ao programa um total de 16 empresas, das quais 11 brasileiras: Banco do Brasil, Bradesco, CNEC, Copel, Grupo Abril, Natura, Nova Petroquímica, O Boticário, Petrobras, Sadia e Votorantim. Também aderiram as subsidiárias brasileiras da Alcoa, Anglo American, Arcelor Mittal, Ford e Wal-Mart.
Esse programa é o resultado de uma parceria entre o Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV, Ministério do Meio Ambiente, World Resources Institute - WRI, World Business Council for Sustainable Development - WBCSD e Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – CEBDS.
17 de janeiro de 2008
CERES aponta que clima é o risco mais desprezado pelos bancos
A rede norte-americana formada por investidores e organizações ambientalistas – CERES – acaba de divulgar seu mais novo relatório intitulado “Corporate Governance and Climate Change: The Banking Sector”. O relatório da CERES analisou 40 dos maiores bancos de capital aberto do mundo, incluindo o Banco do Brasil (único banco brasileiro analisado), e apresentou uma lista das “melhores práticas” utilizadas pelos bancos para lidar com as mudanças do clima e os classificou de acordo com esse critério.
Nesse documento, a CERES, cujos membros conjuntamente administram recursos superiores a US$ 4 trilhões, recomenda que os bancos incorporem as mudanças climáticas como prioridade em suas estratégias de governança empresarial e dêem maior abertura de informações sobre os riscos associados à essa questão. O relatório também sugere que os bancos estabeleçam metas próprias de redução dos gases do efeito estufa, assim como de suas carteiras de clientes e de investimentos.
O relatório aponta que vários bancos, especialmente os europeus, estão respondendo aos impactos das mudanças climáticas. Afirma também que muitas das iniciativas positivas adotadas pelos bancos foram desenvolvidas nos últimos 12 a 18 meses, principalmente com relação ao financiamento e pesquisa para o desenvolvimento de energias limpas. Recomendamos a leitura desse relatório da CERES.
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