Mostrando postagens com marcador WRI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador WRI. Mostrar todas as postagens
19 de julho de 2008
Novo relatório aponta desafios para o setor florestal
Relatório divulgado no início do mês pelo World Resources Institute – WRI afirma que a indústria de produtos florestais irá enfrentar grandes desafios e oportunidades nos próximos anos em função das mudanças climáticas.
Segundo esse relatório, o maior desafio para produtores de madeira, papel e outros produtos florestais será adaptarem-se à possível imposição de limites para emissões de gases do efeito estufa. Além disso, as mudanças climáticas poderão afetar mais diretamente essa indústria, alterando a produtividade florestal em algumas regiões e forçando empresas a procurarem madeira em outras áreas. O relatório complementa que custos de financiamento e de energia também poderão reduzir ainda mais a margem de lucros do setor.
Por outro lado, o WRI destaca que a importante participação das florestas no ciclo do carbono proporciona uma oportunidade única para a indústria florestal oferecer uma ampla gama de produtos sustentáveis como, por exemplo, materiais de baixa emissão de carbono para a construção civil e biomassa para geração de energia.
A leitura desse mais novo relatório do WRI proporciona a empresas do setor, instituições financeiras e investidores a reflexão sobre como lidar com os mais relevantes riscos e oportunidades associados à indústria de produtos florestais a partir das mudanças do clima.
Confira aqui o relatório.
19 de maio de 2008
Programa incentiva empresas a iniciar gerenciamento de emissões
Recentemente foi lançado por empresas nacionais o Programa Brasileiro GHG Protocol, cujo objetivo é o de desenvolver metodologia de inventário e capacitação para o gerenciamento das emissões de gases de efeito estufa. Pensamos que se trata de uma iniciativa importante para que as empresas conheçam suas próprias emissões de carbono e, nesse momento em que o aquecimento do planeta e as mudanças climáticas já começam a impactar os negócios, passem a gerenciar tais emissões.
Para que o programa venha a obter resultados amplos e efetivos, consideramos que seria fundamental as empresas e as instituições financeiras gerenciarem não somente suas próprias emissões, mas também incluírem as emissões de toda a cadeia produtiva e de toda a carteira de crédito, respectivamente.
Aderiram ao programa um total de 16 empresas, das quais 11 brasileiras: Banco do Brasil, Bradesco, CNEC, Copel, Grupo Abril, Natura, Nova Petroquímica, O Boticário, Petrobras, Sadia e Votorantim. Também aderiram as subsidiárias brasileiras da Alcoa, Anglo American, Arcelor Mittal, Ford e Wal-Mart.
Esse programa é o resultado de uma parceria entre o Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV, Ministério do Meio Ambiente, World Resources Institute - WRI, World Business Council for Sustainable Development - WBCSD e Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – CEBDS.
18 de março de 2008
Empresas já avaliam riscos dos ecossistemas em seus negócios
O World Resources Institute (WRI) em colaboração com o Meridian Institute e o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) acabam de anunciar o lançamento de um guia intitulado “Corporate Ecosystem Services Review”. Esse guia foi elaborado com o objetivo de orientar as empresas a desenvolver estratégias para gerenciar os riscos e as oportunidades decorrentes da degradação dos ecossistemas. As empresas Akzo Nobel, BC Hydro, Mondi, Rio Tinto e Syngenta testaram a metodologia e contribuíram para a elaboração do guia.
Os ecossistemas prestam um grande número de benefícios e de serviços para as empresas, incluindo água, madeira, polinização, equilíbrio climático e proteção contra desastres naturais. Entretanto, devido às mudanças climáticas, conversão do uso da terra e muitos outros fatores, os ecossistemas estão sob enorme pressão, segundo afirmou o presidente do WRI, Jonathan Lash. À medida que o meio ambiente se degrada, as empresas passarão a enfrentar riscos operacionais, regulatórios e reputacionais. Aquelas que oferecerem soluções para esses riscos poderão usufruir novas oportunidades de negócios e novas fontes de receitas.
Consideramos o lançamento do guia uma ferramenta útil para as empresas poderem criar novos mercados e se anteciparem a políticas governamentais que surgem em resposta à degradação dos ecossistemas. O guia também contribui para que as empresas aprimorem a avaliação dos seus impactos ambientais e melhor administrem o uso de recursos naturais.
Assinar:
Postagens (Atom)