14 de abril de 2018

Estado de São Paulo condiciona licenciamento ambiental à implantação de logística reversa

Em iniciativa inédita, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB acaba de regulamentar a inclusão de metas de coleta e outras condições na implantação e operação de logística reversa.
A exigência da logística reversa consiste em um dos principais aspectos da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei Federal 12.305/2010). Essa Lei, define logística reversa com um instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada.

2 de novembro de 2017

Bancos decidem atualizar os Princípios do Equador focando mudanças climáticas e direitos humanos

Na semana passada aconteceu em São Paulo a reunião anual dos bancos que adotam os Princípios do Equador. Esses Princípios, lançados em 2003, são um referencial do setor financeiro mundial para identificação, avaliação e gerenciamento de riscos socioambientais na atividade de financiamento de projetos de qualquer setor de atividade econômica.

2 de outubro de 2017

Empresas mais humanas e sustentáveis é tema da Harvard Business Review Week

Na semana passada a Harvard Business Review Brasil realizou em São Paulo a HBR Brasil Week, cujo objetivo foi trazer o que há de novo em conhecimento sobre gestão empresarial inovadora. Esse evento contou com a participação de relevantes representantes da academia e do mundo empresarial nacional e internacional.

Fui o moderador do Painel 'Empresas mais Humanas e Sustentáveis', que contou com as palestras de Andrew Winston - renomado especialista em como empresas podem encontrar soluções e lucrar frente aos maiores desafios da humanidade, e de Jorge Hoelzel – membro do Conselho da Mercur empresa reconhecida por sua proposta de atuar em função das pessoas e criar soluções sustentáveis.


Victorio Mattarozzi - moderador do painel Empresas mais Humanas e Sustentáveis

30 de maio de 2017

BNDES pretende aprimorar a gestão do risco socioambiental na concessão de financiamentos

Num movimento positivo, porém tardio, o BNDES acaba de anunciar que irá aperfeiçoar suas políticas socioambientais à luz dos Padrões de Desempenho da International Finance Corporation - IFC, subsidiária do Banco Mundial financiadora de empresas.

30 de janeiro de 2017

Instituições financeiras lançam iniciativa para promoção do desenvolvimento sustentável

Dezenove instituições financeiras globais acabam de anunciar o lançamento dos Principles for Positive Impact Finance (Princípios para o Financiamento de Impacto Positivo). Esta iniciativa acontece no âmbito da United Nations Environment Programme - Finance Initiative – UNEP-FI, que é uma parceria da United Nations Environment com instituições financeiras destinada à avaliação dos aspectos socioambientais no processo de decisão de negócios no setor financeiro mundial.

23 de outubro de 2016

Em decisão inédita, Ibama multa Santander por financiar áreas protegidas da Amazônia

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama, órgão de fiscalização do Ministério do Meio Ambiente, em decisão inédita multou o banco Santander em R$ 47,5 milhões por financiar o plantio de grãos em áreas de proteção ambiental da Amazônia.

O Ibama constatou que os recursos do banco financiaram a plantação de grãos em áreas no estado de Mato Grosso já embargadas por causa de plantações irregulares anteriores. Em vez de serem revitalizadas, essas áreas continuaram a ser exploradas. Além do Santander, o Ibama também multou tradings de commodities e outras empresas que atuam na cadeia produtiva do agronegócio.

30 de maio de 2016

Agências de classificação de rating reforçam análise de riscos socioambientais

Importantes agências de classificação de risco, ou agências de rating, acabam de anunciar uma iniciativa conjunta com investidores mundiais visando a integrar mais sistematicamente as questões socioambientais e de governança em suas análises de risco de crédito. Essa iniciativa ocorre no âmbito do The Principles for Responsible Investment – PRI (Princípios para o Investimento Responsável) da United Nations Environment Programme – Finance Initiative – UNEP-FI (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira). São participantes dessa iniciativa as agências de classificação de risco Standard&Poor’s, Moodys, Dagong, Scope, RAM Ratings e Liberum Ratings, conjuntamente com 100 investidores de renda fixa globais responsáveis pela gestão de ativos avaliados em US$ 16 trilhões.