Os green loans são qualquer tipo de instrumento de
empréstimo, cujo montante é aplicado exclusivamente para financiar ou refinanciar
projetos que estão em linha com os GLP. Isso basicamente significa que o
projeto deve proporcionar claros e quantificáveis benefícios socioambientais. Projetos
voltados para adaptação e mitigação das mudanças climáticas, conservação da
biodiversidade e preservação de recursos naturais, e prevenção e controle da
poluição são exemplos de projetos que se enquadram no escopo dos GLP.
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6 de março de 2019
IFC começa a aplicar o Green Loan Principles para alavancar o mercado de empréstimos verdes
A International Finance Corporation – IFC, subsidiária do
Banco Mundial dedicada ao financiamento de projetos do setor privado, começa a
oferecer a seus clientes a opção de estruturar empréstimos de acordo com o Green
Loan Principles – GLP (Princípios para Empréstimos Verdes). A partir dessa
iniciativa a IFC pretende acelerar o crescimento do mercado dos chamados
empréstimos verdes, com foco nos países em desenvolvimento. O mercado de
empréstimos verdes representa atualmente um volume mundial de US$ 33 bilhões, dos quais apenas US$ 1,6 bilhão em mercados emergentes.
2 de outubro de 2017
Empresas mais humanas e sustentáveis é tema da Harvard Business Review Week
Na semana passada a Harvard Business Review Brasil realizou
em São Paulo a HBR Brasil Week, cujo objetivo foi trazer o que há de novo em
conhecimento sobre gestão empresarial inovadora. Esse evento contou com a
participação de relevantes representantes da academia e do mundo empresarial
nacional e internacional.
Fui o moderador do Painel 'Empresas mais Humanas e
Sustentáveis', que contou com as palestras de Andrew Winston - renomado especialista
em como empresas podem encontrar soluções e lucrar frente aos maiores desafios
da humanidade, e de Jorge Hoelzel – membro do Conselho da Mercur empresa
reconhecida por sua proposta de atuar em função das pessoas e criar soluções
sustentáveis.
3 de fevereiro de 2015
Crise hídrica impacta empregos e preços
A Região Sudeste do Brasil está passando por seu
mais severo e extenso período de seca já registrado em 80 anos. Antes a seca
parecia ser um problema restrito ao estado de São Paulo, o mais industrializado
e populoso do país, e a sua capital. Agora sabemos que a estiagem afeta também
os estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais que detêm, respectivamente, a
2ª. e a 3ª. maiores participações no Produto Interno Bruto brasileiro.
A escassez de água não é propriamente uma novidade.
É uma questão conhecida e que foi prevista e alertada por especialistas do
setor hídrico. Desmatamento das matas ciliares e
consequente assoreamento dos rios e de suas nascentes, ocupação desordenada das
áreas de mananciais e poluição dos rios e das represas têm contribuído para o
esgotamento das fontes de água. Essas questões vêm se agravando ao longo
dos anos e são negligenciadas pelos governos.
24 de outubro de 2011
Não dá para um país ir bem num mundo que vai mal
Foi como essa afirmação, referindo-se à crise financeira internacional, que Fabio Colletti Barbosa, atual presidente do Grupo Abril (ex-pres. do Banco Santander) iniciou sua palestra no evento da semana passada promovido pela Gestão Origami. Ele acrescentou: não dá para ir bem, indefinidamente, num país que vai mal. Assim é a sustentabilidade: dá para fazer hoje e poder continuar fazendo. O valor das empresas está intimamente relacionado com a perspectiva da manutenção dos negócios no futuro.
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