Num movimento positivo, porém tardio, o BNDES acaba de
anunciar que irá aperfeiçoar suas políticas socioambientais à luz dos Padrões
de Desempenho da International Finance Corporation - IFC, subsidiária do Banco
Mundial financiadora de empresas.
30 de maio de 2017
30 de janeiro de 2017
Instituições financeiras lançam iniciativa para promoção do desenvolvimento sustentável
Dezenove instituições financeiras globais acabam de
anunciar o lançamento dos Principles for Positive
Impact Finance (Princípios para o Financiamento de Impacto Positivo). Esta
iniciativa acontece no âmbito da United
Nations Environment Programme - Finance Initiative – UNEP-FI, que é uma
parceria da United Nations Environment com instituições financeiras destinada à
avaliação dos aspectos socioambientais no processo de decisão de negócios no
setor financeiro mundial.
23 de outubro de 2016
Em decisão inédita, Ibama multa Santander por financiar áreas protegidas da Amazônia
O
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis –
Ibama, órgão de fiscalização do Ministério do Meio Ambiente, em decisão inédita
multou o banco Santander em R$ 47,5 milhões por financiar o plantio de grãos em
áreas de proteção ambiental da Amazônia.
O
Ibama constatou que os recursos do banco financiaram a plantação de grãos em
áreas no estado de Mato Grosso já embargadas por causa de plantações
irregulares anteriores. Em vez de serem revitalizadas, essas áreas continuaram
a ser exploradas. Além do Santander, o Ibama também multou tradings de
commodities e outras empresas que atuam na cadeia produtiva do agronegócio.
30 de maio de 2016
Agências de classificação de rating reforçam análise de riscos socioambientais
Importantes agências
de classificação de risco, ou agências de rating, acabam de anunciar uma
iniciativa conjunta com investidores mundiais visando a integrar mais
sistematicamente as questões socioambientais e de governança em suas análises
de risco de crédito. Essa iniciativa ocorre no âmbito do The Principles for
Responsible Investment – PRI (Princípios para o Investimento Responsável) da
United Nations Environment Programme – Finance Initiative – UNEP-FI (Programa
das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira). São
participantes dessa iniciativa as agências de classificação de risco Standard&Poor’s,
Moodys, Dagong, Scope, RAM Ratings e Liberum Ratings, conjuntamente com 100
investidores de renda fixa globais responsáveis pela gestão de ativos avaliados
em US$ 16 trilhões.
16 de maio de 2016
Bancos brasileiros irão desenvolver ‘teste de estresse ambiental’
No início deste ano o World Economic
Forum – WEF divulgou o relatório Global Risks Report 2016, revelando quais
riscos são emergentes e mais prejudiciais ao ambiente global de negócios. Segundo
o relatório do WEF, o risco com maior potencial de impacto é o de ‘fracasso na
adoção de medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas’. Desde a
publicação do primeiro relatório sobre riscos globais, esta é a primeira vez que
um risco ambiental está no topo da lista.
23 de outubro de 2015
A expansão agrícola, o desmatamento ilegal e a responsabilidade dos bancos
Recente estudo elaborado em âmbito mundial pela United Nations
Environment Programme – Finance Initiative – UNEP-FI (Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira) revelou que a maioria dos
bancos não possui política que explicitamente requer o cumprimento de leis e
normas locais e internacionais relativas à conservação de florestas. Os bancos
que se envolvem na destruição de florestas, por meio da concessão de
empréstimos a empresas cujas atividades contribuem para o desmatamento ou a
degradação de florestas, ficam expostos a riscos legais, regulatórios, operacionais
e de reputação potencialmente significativos e que podem comprometer a saúde financeira
dessas instituições financeiras.
15 de abril de 2015
Mais energias renováveis, mais qualidade de vida
Cada vez que uma pessoa enche o tanque com gasolina, anda de avião, pega um ônibus, acende a luz, come um bife ou liga o ar condicionado, está consumindo energia e contribuindo de um jeito ou de outro para as emissões de gases de efeito estufa. Não há civilização humana sem energia. No século XX, quando a população do planeta saltou de 1 bilhão para 6 bilhões, o uso de energia cresceu exponencialmente. Agora já somos 7,2 bilhões e a previsão é de que seremos 9,6 bilhões em 2050, segundo a Organização das Nações Unidas - ONU. Energia está associada à prosperidade, que é igual a combustíveis fósseis. Petróleo, carvão e gás natural respondem por 80% da geração de energia do planeta.
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