Importantes agências
de classificação de risco, ou agências de rating, acabam de anunciar uma
iniciativa conjunta com investidores mundiais visando a integrar mais
sistematicamente as questões socioambientais e de governança em suas análises
de risco de crédito. Essa iniciativa ocorre no âmbito do The Principles for
Responsible Investment – PRI (Princípios para o Investimento Responsável) da
United Nations Environment Programme – Finance Initiative – UNEP-FI (Programa
das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira). São
participantes dessa iniciativa as agências de classificação de risco Standard&Poor’s,
Moodys, Dagong, Scope, RAM Ratings e Liberum Ratings, conjuntamente com 100
investidores de renda fixa globais responsáveis pela gestão de ativos avaliados
em US$ 16 trilhões.
16 de maio de 2016
Bancos brasileiros irão desenvolver ‘teste de estresse ambiental’
No início deste ano o World Economic
Forum – WEF divulgou o relatório Global Risks Report 2016, revelando quais
riscos são emergentes e mais prejudiciais ao ambiente global de negócios. Segundo
o relatório do WEF, o risco com maior potencial de impacto é o de ‘fracasso na
adoção de medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas’. Desde a
publicação do primeiro relatório sobre riscos globais, esta é a primeira vez que
um risco ambiental está no topo da lista.
23 de outubro de 2015
A expansão agrícola, o desmatamento ilegal e a responsabilidade dos bancos
Recente estudo elaborado em âmbito mundial pela United Nations
Environment Programme – Finance Initiative – UNEP-FI (Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira) revelou que a maioria dos
bancos não possui política que explicitamente requer o cumprimento de leis e
normas locais e internacionais relativas à conservação de florestas. Os bancos
que se envolvem na destruição de florestas, por meio da concessão de
empréstimos a empresas cujas atividades contribuem para o desmatamento ou a
degradação de florestas, ficam expostos a riscos legais, regulatórios, operacionais
e de reputação potencialmente significativos e que podem comprometer a saúde financeira
dessas instituições financeiras.
15 de abril de 2015
Mais energias renováveis, mais qualidade de vida
Cada vez que uma pessoa enche o tanque com gasolina, anda de avião, pega um ônibus, acende a luz, come um bife ou liga o ar condicionado, está consumindo energia e contribuindo de um jeito ou de outro para as emissões de gases de efeito estufa. Não há civilização humana sem energia. No século XX, quando a população do planeta saltou de 1 bilhão para 6 bilhões, o uso de energia cresceu exponencialmente. Agora já somos 7,2 bilhões e a previsão é de que seremos 9,6 bilhões em 2050, segundo a Organização das Nações Unidas - ONU. Energia está associada à prosperidade, que é igual a combustíveis fósseis. Petróleo, carvão e gás natural respondem por 80% da geração de energia do planeta.
3 de fevereiro de 2015
Crise hídrica impacta empregos e preços
A Região Sudeste do Brasil está passando por seu
mais severo e extenso período de seca já registrado em 80 anos. Antes a seca
parecia ser um problema restrito ao estado de São Paulo, o mais industrializado
e populoso do país, e a sua capital. Agora sabemos que a estiagem afeta também
os estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais que detêm, respectivamente, a
2ª. e a 3ª. maiores participações no Produto Interno Bruto brasileiro.
A escassez de água não é propriamente uma novidade.
É uma questão conhecida e que foi prevista e alertada por especialistas do
setor hídrico. Desmatamento das matas ciliares e
consequente assoreamento dos rios e de suas nascentes, ocupação desordenada das
áreas de mananciais e poluição dos rios e das represas têm contribuído para o
esgotamento das fontes de água. Essas questões vêm se agravando ao longo
dos anos e são negligenciadas pelos governos.
22 de novembro de 2014
Desmatamento e termelétricas aumentam emissões de carbono do Brasil
O Observatório do Clima – OC divulgou nessa semana
as emissões brasileiras de gases de efeito estufa (GEE). As emissões desses
gases atingiram 1,57 bilhão de toneladas de carbono equivalente em 2013,
representando um aumento de 7,8% em relação ao ano de 2012, segundo o Sistema
de Emissões de Gases de Efeito Estufa.
17 de novembro de 2014
Resolução 4327 do Banco Central impõe negociação entre bancos e empresas
Precisou o Banco Central, por meio da Resolução
4.327 de abril de 2014, regular a adoção de diretrizes para a implantação de Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA)
pelas instituições financeiras, para que as empresas tomadoras de recursos
junto a essas instituições começassem a avaliar como são afetadas por essa
PRSA. Foi essa a pauta da discussão do evento que ocorreu na semana passada na
Federação das Indústrias de São Paulo – FIESP.
Assinar:
Postagens (Atom)