Após um longo período de discussões internas, os quase
oitenta bancos signatários dos Princípios do Equador chegaram a um entendimento
e anunciaram a terceira versão dos Princípios do Equador (The Equator
Principles). Isso ocorre dez anos após o lançamento da primeira versão desses
Princípios, que são um marco no sentido da incorporação das questões socioambientais nos negócios do setor financeiro internacional. Os
Princípios do Equador são um conjunto de diretrizes utilizadas para avaliar os
riscos e impactos socioambientais associados aos financiamentos de
empreendimentos como, por exemplo, dos setores de geração de energia, portos,
rodovias, e petroquímico. Os Princípios do Equador têm como base as mesmas
diretrizes socioambientais utilizadas pela International Finance Corporation-
IFC, que é a subsidiária do Banco Mundial financiadora do setor privado.
24 de julho de 2013
7 de março de 2013
Empresas brasileiras são destaque no novo índice Dow Jones de sustentabilidade para mercados emergentes
As empresas RobecoSAM e S&P Dow Jones Indices recentemente lançaram o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index - DJSI Emerging Markets (Índice Dow Jones para Mercados Emergentes), primeiro índice de ações que identifica as empresas de países emergentes avaliadas como líderes em sustentabilidade. Esse novo índice complementa a família de índices de sustentabilidade do Dow Jones da bolsa de Nova York.
Para poder integrar o DJSI Emerging Markets, o desempenho em sustentabilidade das empresas é avaliado de acordo com critérios econômicos, sociais e ambientais. As empresas que compõem esse índice são selecionadas com base no critério chamado de best-in-class (melhor do setor), que é o mesmo critério utilizado para avaliar as empresas que competem para entrar no Dow Jones Sustainability Index, índice de sustentabilidade para empresas do mundo todo lançado no ano de 1999.
Para poder integrar o DJSI Emerging Markets, o desempenho em sustentabilidade das empresas é avaliado de acordo com critérios econômicos, sociais e ambientais. As empresas que compõem esse índice são selecionadas com base no critério chamado de best-in-class (melhor do setor), que é o mesmo critério utilizado para avaliar as empresas que competem para entrar no Dow Jones Sustainability Index, índice de sustentabilidade para empresas do mundo todo lançado no ano de 1999.
3 de dezembro de 2012
Desordem climática pode gerar desordem global, afirma Eduardo Viola
Aconteceu na semana passada mais um seminário a respeito do tema “O Desenvolvimento Sustentável nas Relações Internacionais”, que é promovido pelo Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI/USP). Nesse mais recente seminário o convidado especial foi Eduardo Viola, professor da Universidade de Brasília, que procurou explicar como e por que a crise climática altera profundamente a configuração e a dinâmica das relações internacionais.
28 de novembro de 2012
‘Time for a sustainable world is running out’ says Maurice Strong in his visit to Brazil
Maurice Strong,
former under-secretary general of the United
Nations and the first executive director of the United Nations Environment Programme
- UNEP (1972), returns to Brazil . Earlier this year for Rio+20
he contributed to a book by Felix Dodds and Michael Strauss 'Only One Earth
- the Long Road via Rio to Sustainable Development' which
reviewed the last forty years and the challenges for the future. Mr.
Strong is presently advisor to the Chinese government for sustainable development.
31 de outubro de 2012
Estudo do Idec avalia bancos por práticas de responsabilidade socioambiental
O Instituto Brasileiro de
Defesa do Consumidor – Idec acaba de divulgar a nova edição do Guia de Bancos
Responsáveis – GBR, cujo objetivo é promover a responsabilidade socioambiental
dos bancos com apoio e mobilização dos consumidores. Essa segunda edição do GBR
aponta para a necessidade dos bancos darem maior abertura de informações a
respeito dos resultados alcançados pelas políticas socioambientais, que afirmam
praticarem na realização de seus negócios, no relacionamento com seus clientes
e funcionários.
13 de agosto de 2012
Bancos abrem consulta pública para revisão dos Princípios do Equador
A Associação de bancos
signatários dos Princípios do Equador divulgou hoje uma nova minuta relativa à
revisão dos Princípios do Equador (PE III). Essa nova minuta está agora aberta
à consulta pública. Os PE são um conjunto de diretrizes para avaliação de
riscos sociais e ambientais nas operações financeiras realizadas pelos bancos
para financiamento de projetos (project finance). Atualmente há 77 bancos
signatários dos PE ao redor do mundo, que respondem por praticamente 100% do
mercado global de project finance. É inegável a relevância adquirida pela
gestão dos riscos socioambientais nas instituições financeiras a partir do
lançamento dos PE em junho de 2003.
26 de junho de 2012
Banco Central obrigará instituições financeiras a estabelecer política socioambiental
O Banco
Central do Brasil - Bacen colocou em audiência pública duas novas resoluções.
Uma dispõe sobre a responsabilidade socioambiental das instituições
financeiras. A outra dispõe sobre a elaboração e a divulgação de relatório de
responsabilidade socioambiental.
São
conhecidas as diretrizes voluntárias de âmbito internacional que o setor
financeiro brasileiro adota no sentido de incorporar as questões
socioambientais aos seus diferentes segmentos de negócios. Entre essas
diretrizes há para a atividade de financiamento de projetos os Princípios do
Equador (Equator Principles), os Princípios para o Investimento Responsável
(Principles for Responsible Investment - PRI), aplicados na gestão de recursos
e fundos de investimentos, e os recém-lançados Princípios para Sustentabilidade
nos Seguros (Principles for Sustainable Insurance – PSI). Em âmbito nacional, existem
o Protocolo Verde dos bancos públicos federais e o Protocolo Verde da Febraban,
cujas diretrizes abrangem diferentes segmentos de negócios.
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